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No ano de 2021, foi constatado que, aproximadamente, 60% dos brasileiros enfrentou algum grau de insegurança alimentar e cerca de 20 milhões passaram fome durante a pandemia do covid-19. Nesse sentido, o aumento da incerteza quanto a capacidade de obter uma refeição, no período de propagação do vírus, elevou a existência da indiferença com a importância de se discutir os hábitos alimentares na sociedade contemporânea, o que precisa ser corrigido para evitar a estagnação de de números tão expressivos. Diante disso, fazem-se essenciais as análises de corrobadores e a posição tomada pela sociedade em relação a tamanha temática.
Em primeiro plano, é válido ressaltar a ineficácia prolongada do Estado para controlar essa problemática. Acerca disso, atuação de programas sociais como o Bolsa Família - criado no início dos anos do século XXI - que se mostraram insuficientes em conter a progressão da pobreza na nação. Esses auxílios, como é o caso do Bolsa Família, colaboraram para tirar população de situações alarmantes anteriormente vividas, no entanto, com o decorrer dos anos, perderam seus postos de eficiência, como consequência da estagnação governamental em virtude da busca por melhorias. Logo, é indubitável a carência de novos mecanismos adaptacionais.
Outrossim, a imparcialidade observada por parte da sociedade, previamente, é, também, um dos propulsores dessa situação. Sobre isso, a segurança tomamada após mais de uma década de reversão do quadro de fome no país - período compreendido entre 2004 e meados de 2017. Todavia, ocasionado da estabilidade desse período, não foram adquiridos pela sociedade as possibilidades de momentos de futuros retrocessos, o que se contradiz, pois, apesar de uma época tão estável, ela nunca esteve mitigada por completo. Com isso, explicita-se a precisão de novos modos de concepção para o enfrentamento desse inaceitável quadro .
A importância de se discutir hábitos alimentares é, portanto, primordial para a reversão da concepção atual do Brasil. Para tanto, cabe ao Estado a formação de leis que visam a melhoria de programas já existentes para fluir com as alterações do estado, mediante o aumento das taxas mensais, como o caso da 10° parcela, a fim de dinamizar a distribuição de capital e, com isso, aumentar o poder de compra e venda. Ademais, é dever da escola, por meio de iniciativas tomadas pelo MEC - Ministério da Educação -, conscientizar quadros antigos e atuais das situações humanitárias vividas no país, com palestras e entrevistas de pessoas que já viverem tais períodos ou são conhecedores do tema. Isso com a finalidade de formar adultos mais cientes dos riscos que podem surgir. Assim, o Brasil reverterar os altos números das pesquisas de 2020 e estará pronto para problemas futuros.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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