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Por JoaoPedro72
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#91918
Do gênero “thriller”, “O Homem de Giz” é um livro que, entre tantas situações problemáticas, narra a ínfima amabilidade do protagonista Eddie ao seu pai, o qual sofre de Alzheimer, uma infindável moléstia capaz de causar dano à memória de um indivíduo. Nessa lógica, é plausível comparar esse enredo à realidade brasileira, dado que enfermos crônicos são, muitas vezes, estigmatizados pelo corpo cívico, o que é inadmissível, porquanto, assim como sujeitos sadios, eles merecem ser respeitados. Dessa arte, a fim de combater esse crítico contratempo, a análise das suas principais causas - a irresponsabilidade midiática e a superficial atuação pedagógica - deve ser posta em prática.

Herbert Marcuse, sociólogo alemão, afirmou que os canais de imprensa homogeneízam os fenômenos nocivos que ocorrem no tecido civil, o que forma cidadãos fortemente alienados. Sob esse raciocínio, a mídia, mesmo com seu alto poder de influência e de transformação, não reivindica, de maneira significativa, a necessidade de se combater a marginalização dos doentes crônicos, tendo em vista que, para ela, essa pauta não é profícua, pois ela não gera suficientes controvérsias, patrocínios e, logo, rendimento. Nessa perspectiva, considerando que, por causa do rápido avanço tecnológico, os veículos comunicativos são um dos mais eficientes disseminadores de instruções, o seu exíguo debate sobre a temática em discussão estimula a insipiência da população e contribui para o aumento de falta de empatia, de repúdios e de incompreensões contra os enfermos crônicos, sendo danoso à vida acadêmica - por exemplo, desprezos efetuados por professores e por discentes -, trabalhista - como humilhações e condutas negativas, por parte dos chefes - e sociável - microagressões vivenciadas em seu cotidiano - desse público. Dito isso, fica óbvio que a premissa de Marcuse é, com efeito, confirmativa: por mais que a estigmatização dos doentes crônicos seja um grave empecilho, a mídia o banalizou e, consequentemente, agoniou inúmeros indivíduos.

Analisado esse pilar do problema, tem-se, subsequentemente, outro fator que o sustenta: a omissão didática. A esse respeito, o conceito de “McDonaldização da Escola” - criado pelo pensador Michael Apple - defende que o colégio é similar à indústria, já que ele secundariza o senso crítico e, com base nisso, foca, apenas, em doutrinar o estudante para a ocupação profissional. Por esse ângulo, muitas instituições de ensino, ao priorizarem a formação trabalhista em detrimento da criticidade, não englobam, em suas disciplinas, conhecimentos indispensáveis para a consolidação de uma sociedade harmônica, tais como o desenvolvimento do respeito e da empatia para com grupos minoritários - por exemplo, os doentes crônicos. Em razão disso, vários alunos saem do ambiente escolar com uma ótica preconceituosa, colaborando para o aumento de hostilidades - como agressões físicas e verbais - contra os enfermos crônicos, o que é capaz de, gravemente, agoniá-los. Sendo assim, é preciso que os educandários deixem de ser uma analogia à fábrica e, a partir disso, foquem em valorizar a importância da amabilidade.

Diante desses aspectos, é crucial que haja uma intervenção. Visando combater a estigmatização dos doentes crônicos, os gestores dos maiores conglomerados de mídia do Brasil - como Silvio Santos (proprietário do SBT) e Roberto Marinho (presidente da Rede Globo) - têm de elaborar, em grande quantidade, campanhas informativas em relação à necessidade de se respeitar as pessoas que portam moléstias infindáveis. Aliado ao apoio instrutivo das escolas, isso deve ser feito por intermédio de recursos financeiros disponibilizados pelos próprios setores econômicos das empresas e contará, também, com a criação da “hashtag” “#TodosPelosDoentesCrônicos”, a qual auxiliará na disseminação dos esclarecimentos constatados nas publicidades. Feito isso, espera-se que, diferentemente do enredo visto em “O Homem de Giz”, a população seja mais gentil.

O impossível era impossível, até que alguém tentou e conseguiu.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 196

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 196

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 196

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

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Por Gi69
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#91956
Texto excelente! :D

Estudar é como cavar um túnel com uma colher de chá; é preciso paciência e persistência.
1
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Por Katsmoking
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#91986
Bomm diaa Jooaoo :D !! Não tenho nem 10% do seu conhecimento mas algumas coisas que vi que talvez tenham passado despercebido:

Introdução:
...eles merecem ser respeitados. Dessa arte(destarte?), a fim de combater esse crítico contratempo..

Desenvolvimento 1: ... tendo em vista que, para ela, essa pauta não é profícua, pois ela não gera suficientes controvérsias, patrocínios e, logo, rendimento...
- Eu senti que essa parte ficou levemente descolada do comentado, o texto em si não pende para essa questão, apesar de ser uma realidade o sentido ficaria completo sem ela, a frase do sociólogo por si já explica:
Herbert Marcuse, sociólogo alemão, afirmou que os canais de imprensa homogeneízam os fenômenos nocivos que ocorrem no tecido civil, o que forma cidadãos fortemente alienados. Sob esse raciocínio, a mídia, mesmo com seu alto poder de influência e de transformação, não reivindica, de maneira significativa, a necessidade de se combater a marginalização dos doentes crônicos. Nessa perspectiva....

..o seu exíguo debate sobre a temática em discussão estimula a insipiência da população e contribui para o aumento de falta de empatia, de repúdios e de incompreensões contra os enfermos crônicos...
- Novamente eu penso que a continuação após esse pedaço não é necessária(exceto, é claro, pela conclusão), talvez fosse melhor estender mais a explicação desse trecho que recortei, de que forma a falta do debate na mídia estimula a ignorância? Ou algo do tipo.
... -, trabalhista - ...

Desenvolvimento 2: ..o que é capaz de, gravemente, agoniá-los...
- Acho que agonia não é o termo que procurava, já que sofrem agressões físicas e verbais seria mais como um medo ou insegurança.

Conclusão: ...é crucial que haja uma intervenção..
- Quem vai fazer essa intervenção? Ela pode ser por parte do estado como uma intervenção militar assim como pode ser uma manifestação pública por direitos.
...como Silvio Santos (proprietário do SBT) e Roberto Marinho (presidente da Rede Globo)..
- Eu me pergunto se era realmente necessário citar o nome dos donos, não sei o impacto disso na redação.

A redação está muuuito boa como sempre João!! Sempre uso de base pra tirar dúvidas, aprendo muito contigo! :mrgreen: tmj

As ideias que revolucionam o mundo avançam a passo miúdo.
- Hegel
3
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Por JoaoPedro72
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#92008
Katsmoking escreveu:Bomm diaa Jooaoo :D !! Não tenho nem 10% do seu conhecimento mas algumas coisas que vi que talvez tenham passado despercebido:

Introdução:
...eles merecem ser respeitados. Dessa arte(destarte?), a fim de combater esse crítico contratempo..

Desenvolvimento 1: ... tendo em vista que, para ela, essa pauta não é profícua, pois ela não gera suficientes controvérsias, patrocínios e, logo, rendimento...
- Eu senti que essa parte ficou levemente descolada do comentado, o texto em si não pende para essa questão, apesar de ser uma realidade o sentido ficaria completo sem ela, a frase do sociólogo por si já explica:
Herbert Marcuse, sociólogo alemão, afirmou que os canais de imprensa homogeneízam os fenômenos nocivos que ocorrem no tecido civil, o que forma cidadãos fortemente alienados. Sob esse raciocínio, a mídia, mesmo com seu alto poder de influência e de transformação, não reivindica, de maneira significativa, a necessidade de se combater a marginalização dos doentes crônicos. Nessa perspectiva....

..o seu exíguo debate sobre a temática em discussão estimula a insipiência da população e contribui para o aumento de falta de empatia, de repúdios e de incompreensões contra os enfermos crônicos...
- Novamente eu penso que a continuação após esse pedaço não é necessária(exceto, é claro, pela conclusão), talvez fosse melhor estender mais a explicação desse trecho que recortei, de que forma a falta do debate na mídia estimula a ignorância? Ou algo do tipo.
... -, trabalhista - ...

Desenvolvimento 2: ..o que é capaz de, gravemente, agoniá-los...
- Acho que agonia não é o termo que procurava, já que sofrem agressões físicas e verbais seria mais como um medo ou insegurança.

Conclusão: ...é crucial que haja uma intervenção..
- Quem vai fazer essa intervenção? Ela pode ser por parte do estado como uma intervenção militar assim como pode ser uma manifestação pública por direitos.
...como Silvio Santos (proprietário do SBT) e Roberto Marinho (presidente da Rede Globo)..
- Eu me pergunto se era realmente necessário citar o nome dos donos, não sei o impacto disso na redação.

A redação está muuuito boa como sempre João!! Sempre uso de base pra tirar dúvidas, aprendo muito contigo! :mrgreen: tmj
Obrigado pela avaliação e pelos elogios, @Katsmoking! A fim de trocar ideias com você, vou fazer alguns comentários sobre a sua correção:
Em relação à primeira ressalva, “dessa arte” é a mesma coisa que “dessarte”, sendo a única diferença é que aquela está aberta. Por isso, creio que isso não seja um problema significativo.
Em relação à segunda ressalva, eu acho que falar sobre a pauta não ser profícua é fundamental, pois isso consegue justificar o argumento, o que não poderia ser feito só com Marcuse, dado que a ideia do sociólogo é mais ampla e não aborda, especificamente, a pauta dos doentes crônicos.
Em relação à terceira ressalva, eu justifiquei, anteriormente, o porquê da mídia estimular a ignorância da população, então não creio que a aplicação desse trecho seja algo incorreto.
Em relação à quarta ressalva, você não acha que ter medo e insegurança não seja uma agonia para esse público?
Em relação à quinta ressalva, a intervenção é abordada posteriormente no texto, sendo essa feita pelo viés midiático.
Em relação à sexta ressalva, é preciso, sim, falar quem são os gestores, pois, caso contrário, o corretor pode considerar isso como uma lacuna argumentativa: quem são esses gestores?

O impossível era impossível, até que alguém tentou e conseguiu.
2
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Por JoaoPedro72
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#92011
Gi69 escreveu:Texto excelente! :D
Valeu, Gi! :mrgreen:

O impossível era impossível, até que alguém tentou e conseguiu.
0
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Por JoaoPedro72
Quantidade de postagens Amigos
#92012
Nandoslvaa escreveu:Texto ótimo
Obrigado, Nando!

O impossível era impossível, até que alguém tentou e conseguiu.
1
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Por Katsmoking
Quantidade de postagens Amigos
#92032
JoaoPedro72 escreveu:
Katsmoking escreveu:Bomm diaa Jooaoo :D !! Não tenho nem 10% do seu conhecimento mas algumas coisas que vi que talvez tenham passado despercebido:

Introdução:
...eles merecem ser respeitados. Dessa arte(destarte?), a fim de combater esse crítico contratempo..

Desenvolvimento 1: ... tendo em vista que, para ela, essa pauta não é profícua, pois ela não gera suficientes controvérsias, patrocínios e, logo, rendimento...
- Eu senti que essa parte ficou levemente descolada do comentado, o texto em si não pende para essa questão, apesar de ser uma realidade o sentido ficaria completo sem ela, a frase do sociólogo por si já explica:
Herbert Marcuse, sociólogo alemão, afirmou que os canais de imprensa homogeneízam os fenômenos nocivos que ocorrem no tecido civil, o que forma cidadãos fortemente alienados. Sob esse raciocínio, a mídia, mesmo com seu alto poder de influência e de transformação, não reivindica, de maneira significativa, a necessidade de se combater a marginalização dos doentes crônicos. Nessa perspectiva....

..o seu exíguo debate sobre a temática em discussão estimula a insipiência da população e contribui para o aumento de falta de empatia, de repúdios e de incompreensões contra os enfermos crônicos...
- Novamente eu penso que a continuação após esse pedaço não é necessária(exceto, é claro, pela conclusão), talvez fosse melhor estender mais a explicação desse trecho que recortei, de que forma a falta do debate na mídia estimula a ignorância? Ou algo do tipo.
... -, trabalhista - ...

Desenvolvimento 2: ..o que é capaz de, gravemente, agoniá-los...
- Acho que agonia não é o termo que procurava, já que sofrem agressões físicas e verbais seria mais como um medo ou insegurança.

Conclusão: ...é crucial que haja uma intervenção..
- Quem vai fazer essa intervenção? Ela pode ser por parte do estado como uma intervenção militar assim como pode ser uma manifestação pública por direitos.
...como Silvio Santos (proprietário do SBT) e Roberto Marinho (presidente da Rede Globo)..
- Eu me pergunto se era realmente necessário citar o nome dos donos, não sei o impacto disso na redação.

A redação está muuuito boa como sempre João!! Sempre uso de base pra tirar dúvidas, aprendo muito contigo! :mrgreen: tmj
Obrigado pela avaliação e pelos elogios, @Katsmoking! A fim de trocar ideias com você, vou fazer alguns comentários sobre a sua correção:
Em relação à primeira ressalva, “dessa arte” é a mesma coisa que “dessarte”, sendo a única diferença é que aquela está aberta. Por isso, creio que isso não seja um problema significativo.
Em relação à segunda ressalva, eu acho que falar sobre a pauta não ser profícua é fundamental, pois isso consegue justificar o argumento, o que não poderia ser feito só com Marcuse, dado que a ideia do sociólogo é mais ampla e não aborda, especificamente, a pauta dos doentes crônicos.
Em relação à terceira ressalva, eu justifiquei, anteriormente, o porquê da mídia estimular a ignorância da população, então não creio que a aplicação desse trecho seja algo incorreto.
Em relação à quarta ressalva, você não acha que ter medo e insegurança não seja uma agonia para esse público?
Em relação à quinta ressalva, a intervenção é abordada posteriormente no texto, sendo essa feita pelo viés midiático.
Em relação à sexta ressalva, é preciso, sim, falar quem são os gestores, pois, caso contrário, o corretor pode considerar isso como uma lacuna argumentativa: quem são esses gestores?
1º Não fazia ideia que 'dessa arte' existia, achei que era um erro de digitação como um corretor automático. :?
2º Ao meu ver precisaria sim de uma explicação mais aprofundada do que foi dito pelo sociólogo caso continuasse unicamente com a ideia da mídia, porém, a questão do 'não fazem por que não da lucro' é uma opinião que precisaria de mais explicação ou algum exemplo, parece que ficou apressada/descolada da linha de raciocínio. Eu disse que somente com o sociólogo estava de boa compreensão imaginando que fosse reestruturada de alguma forma, ligando a questão dos enfermos como uma notícia sem relevância.
3º Penso que me expressei mal, mas o que quis dizer é que a seguinte continuação do trecho que destaquei antes: ' sendo danoso à vida acadêmica - por exemplo, desprezos efetuados por professores e por discentes -, trabalhista - como humilhações e condutas negativas, por parte dos chefes - e sociável - microagressões vivenciadas em seu cotidiano - desse público' não era necessária, tendo em vista que, o trecho anterior já explicava tudo. E então citei que, caso decidisse estender a argumentação de alguma forma poderia reforçar o foco do desenvolvimento que era a forma com que a mídia estimula a ignorância.
4º Eu penso que agonia até pode em certo nível significar medo ou insegurança mas ela está muito mais ligada à ideia de desconforto, a diferença pode ser sutil mas é somente um aviso para que reflita já que vejo você utilizar muito o termo agonia.
5º Lendo o resto da conclusão fica claro sim quem é o intervencionista, porém, aquele período sozinho não demonstra isso, tornando o sentido da frase incompleta.
6º Imagino que não, assim como na maioria dos textos se fala do ministério da educação sem citar o ministro, acho que não descontaria se só falasse 'dos gestores das mídias, SBT e Globo' mas é claro que não descontaria nada da nota caso colocasse os nomes deles.

As ideias que revolucionam o mundo avançam a passo miúdo.
- Hegel
1
Avatar do usuário
Por victoriaeve
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#92074
sua redação é, sem dúvidas, digna de uma nota 1000! claramente você manja 100% da norma culta e a sua C5 (que é onde geralmente me atento mais por ser a competência chave de ouro) está detalhada como deve ser. você apresentou proposta de intervenção, agente, ação, meio.. simplesmente perfeito!

se não fosse pedir muito, adoraria que você desse uma olhadinha na minha redação que acabei de postar na plataforma. sem dúvidas uma crítica sua me ajudaria demais na minha evolução. grata!
1
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Por Liana2022
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#95831
Texto ótimo, os argumentos se sustentam e estão relacionados de forma harmônica, parabéns!
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