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A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, a garantia de igualdade entre os indivíduos, sem distinções. No entanto, no Brasil, é possível observar o capacitismo de forma acentuada, uma vez que a sociedade permanece discriminando os deficientes e os portadores de determinadas doenças. Esse cenário adverso é fruto da negligência estatal, bem como do preconceito, por parte da massa social. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos.
Precipuamente, é de extrema relevância apontar os Órgãos Governamentais como impulsionadores dessa problemática, já que o Brasil possui altos índices de preconceito com pessoas deficientes. De acordo com o contratualista Jean-Jacques Rousseau, em sua obra "O Contrato social", mostra que o Governo deve promover a harmonia e o bem-estar social. Entretanto, observa-se, na realidade, o contrário do que é proposto pelo filósofo, visto que falta políticas públicas para a inclusão desses no meio social. Assim, esse descaso acaba afetando diretamente no dia a dia desses indivíduos, pois eles estão desamparados e expostos às instabilidades, resultando em atitudes de exclusão social e capacitistas. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal.
Ademais, é imperativo ressaltar que o descaso social tem contribuído para o avanço desse quadro deletério no corpo social do país. Segundo a filósofa Hannah Arendt, a "banalidade do mal" é exercida quando atos irracionais e massificados adquirem um caráter normativo pela sociedade. Por conseguinte, é perceptível a existência de um preconceito enraizado responsável por inferiorizar os indivíduos portadores de deficiência, uma vez que se tem presente na sociedade a falta de tolerância com quem não se encaixa nos estereótipos impostos pela massa social. Diante dessa perspectiva, são realizadas ações capacistitas para com esses, assim, prejudicando o desenvolvimento social e psicológico das vítimas. Dessa forma, é necessária a intervenção desse problema.
Logo, tendo em vista os fatores apresentados acerca do capacitismo no Brasil, necessita-se de que o Governo, em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos, deve ampliar as atividades que visem mitigar esse problema na sociedade, podendo ser realizado por meio da criação de políticas públicas, que irão destinar recursos para o investimento em melhorias na infraestrutura das instituições públicas, com o fito de oferecer acessibilidade para as pessoas deficientes e, como efeito, garantir a inclusão social deles.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Redação ENEM 2021

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