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Por Nyvi
#64770
A constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê, em seu artigo 6°, o direito à segurança como inerente à todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado como ênfase na prática quando se observa o bullying, dificultando, deste modo, a universidade desse direito social tão importante. Diante dessa, perpectiva faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o bullying nas escolas brasileiras. Nesse sentido o bullying se baseia na ideia de que a violência é um método de obter poder perante quaisquer minorias. Isso acaba agravando o quadro, a criança sente cada vez mais medo de denúnciar e as consequências são terríveis, como: depressão, baixa autoestima, problemas para se relacionar e em casos mais graves, até mesmo o suicídio. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locker, configura -se como uma violação do contrato social, já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a segurança, o que infelizmente é evidente no país.
Ademais é fundamental apontar o Brasil com um índice de 43% dos alunos que sofrem ou já sofreram bullying na escola. O que se vê muitas vezes é que alunos são agredidos fisicamente e psicologicamente dentro do ambiente escolar e não há nenhuma providência tomada pelas autoridades locais. Contudo, existe na escola o despreparo dos professores e dos funcionários em lidar com questões relacionadas ao bullying.
Depreende -se portanto a necessidade de ser combater esse obstáculo. Para isso o governo deve investir mais na preparação dos professores, em palestras feitas para os pais e campanhas a fim de impedir que o problema do bullying se alastre ainda mais e prejudique ainda mais pessoas na sociedade brasileira. É necessário que haja conscientização eficaz para que todos compreendam o bullying como um retrocesso, não como frescura ou exagero dos jovens no Brasil. E retrocesso se combate com avanço e investimento.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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