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Apesar de estar incluso na Constituição Federal que todos possuem direito à vida e ao bem estar social, essa não é bem a realidade brasileira. É possível perceber a cada ano o aumento no número de pessoas em condições precárias habitando às ruas, sem acesso à alimentação, saneamento, saúde, educação e moradia por inúmeros motivos, como por exemplo por conta do uso de drogas, doenças mentais e principalmente por conta de aspectos econômicos e pela negligência do governo.
Indubitavelmente com a chegada da pandemia as taxas de desemprego subiram e consequentemente o número de pessoas em situação de rua. Segundo dados apresentados pelo psicólogo sanitarista Marcelo Pedra, 64% de pessoas no último ano foram obrigadas a viverem nas ruas por perda de emprego e renda, assim, estando visível a irresponsabilidade e ineficiência do governo com a falta de suporte necessário à população, oferecendo apenas o auxílio emergencial não chegando ao valor de um salário mínimo, dessa forma dificultando o indivíduo a arcar com as despesas fazendo com que ele fique á deriva da fome, do frio e das doenças nas ruas. Além do mais, a falta de investimento na educação e incentivo aos estudos por parte do governo, acarreta na dificuldade da inserção desses cidadãos no mercado de trabalho, em consequência disso os números de moradores de rua vão crescendo.
Outrossim, vale ressaltar as estruturas extremamente precárias dos abrigos brasileiros que apresentam sérios problemas sanitários. Grande parte das pessoas afirmam que preferem viver nas ruas do que nos abrigos que apresentam ainda mais riscos de se contrair doenças, conforme pesquisa do Instituto D'or. Desse modo, é notório o descaso do sistema político com a população habitante das ruas, pois os mesmos dependem da doação de voluntários, papel este que era de obrigação governamental. Paralelamente a isso, ainda há uma grande parte de residentes das ruas que sofrem de transtornos mentais e vício nas drogas, que além da negligência do governo são totalmente esquecidos pela sociedade, como também apresentam riscos a si mesmos e aos demais.
Portanto, medidas urgentes necessitam ser tomadas a fim de acabar com essas desigualdades, logo, é obrigação do Governo Federal a construção de mais abrigos funcionais e o investimento naqueles já existentes para abranger a população, e também a disponibilização de fundos para a assistência daqueles que não conseguem se manter. Ademais, o Ministério da Saúde deverá prover profissionais capacitados para o tratamento daqueles com transtornos psicológicos e enviar os dependentes químicos a reabilitação para que dessa forma haja a diminuição de pessoas em situação de rua no Brasil.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Redação ENEM 2021

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