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O estatuto da juventude, sancionado em 2013, discorre em prol os princípios essenciais para o desenvolvimento dos jovens, tais quais: educação, cultura, seguranca e lazer. Todavia, hodiernamente, no Brasil, tal aplicação se atina na teoria do que propriamente prática, haja visto o crescente número do homicídios entres jovens brasileiros, frutos, principalmente, da marginalização de parte deles em decorrência da desigualdade social. Sob esse viés, convém analisar os principais cunhos do impasse, para assim, resolucioná-los e melhorar a realidade brasileira.
No contexto relativo à desigualdade social, pode-se afirmar que ela engloba não apenas o Brasil, mas muitos países. Essa diferença comunitária, na sociedade brasileira, inicia-se com a sanção da lei Áurea, em 1888, provendo a liberdade dos escravos, onde os mesmos não foram reinseridos no meio social. Atualmente, é possível traçar um paralelo com essa realidade, nas quais várias comunidades estão a mercê de si mesmas, “exclusas” da visão do governo, acarretando em impactos negativos em suas vidas. Enfim, vale-se uma reflexão da concepção do poeta Robert Lee Frost, “Antes de construir um muro pergunto sempre quem estou murando e quem estou deixando de fora”.
Por conseguinte, as péssimas condições na esfera social dos jovens é um importante fator para a marginalização de parte deles na sociedade. Segundo os estudos de Émile Durkheim, sociólogo francês, os indivíduos tendem a ser influenciados pelos fatos sociais, isto é, pelo meio em que vivem. Sob essa ótica, um ambiente isento de elementos favoráveis ao desenvolvimento dos jovens, resulta em decisões errôneas dos mesmos, os levando a prática do latrocínio e ao tráfico de drogas, onde, muitas vezes, são mortos por confrontos envolvendo polícias ou, até mesmo, membros da mesma organização. Nesse sentido, é preciso que medidas sejam tomadas para a redução de tais ocorrências na realidade brasileira.
Portanto, cabe ao governo federal em parceria com o Ministério da educação e Cultura (MEC), por meio de recursos públicos e iniciativas privadas, com um planejamento adequado, identificar necessidades e oportunidades de investimento a fim de prover uma melhor logística social pelo país. Para isso, é necessário a direção de verbas no setor educacional, promovendo melhor qualidade no ensino de escolas com programas para a redução a evasão escolar, somado a construção de postos de cultura e lazer, com o intuito de ocupar e desviar a atenção dos jovens de rumos errados na vida. Logo, só assim, será possível a efetivação do estatuto da juventude e a ascensão social no Brasil.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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