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#59714
MARIE CURIE
A primeira mulher a ganhar o prêmio Nobel

Marie Skłodowska-Curie, foi uma física e química polonesa de extrema importância para a ciência. Foi a primeira mulher a ganhar o prêmio Nobel e a única a ganha-lo duas vezes.
No dia 7 de novembro de 1867, em Varsóvia- Polônia, Marie nasceu. Era a mais nova de 5 filhos de Bronisława Boguska e Władysław Skłodowski, um casal de professores.
No geral, teve uma infância e adolescência conturbada, perdeu sua irmã mais velha aos sete anos e sua mãe três anos depois, seu pai, professor de física e matemática, foi demitido por seus chefes russos por manter sentimentos pró poloneses.
Entrou em depressão e foi morar com parentes da família de seu pai, mesmo sendo uma ótima aluna.
No local, perdeu grande parte de sua fé religiosa, virou agnóstica, enquanto seu pai era ateu e sua falecida mãe, uma católica fervorosa.
A garota ansiava por conhecimento, queria fazer ensino superior, ideia que, na sua época, era estranha e impossível, visando que apenas homens podiam continuar seus estudos após o ensino médio. Para alcançar seus objetivos, fez um acordo com sua irmã para poder estudar, mudou para a universidade de Paris e começou sua jornada.
Nessa época, o dinheiro era escasso, então tinha aulas de dia e trabalhava como professora particular a noite. Formou-se em física e começou a trabalhar em um laboratório industrial do professor Gabriel Lippmann, nesse tempo, continuou os estudos e conseguiu um novo diploma.
Já trabalhando em laboratório, pediu um espaço maior ao físico polonês Józef Wierusz-Kowalski, que a apresentou ao seu futuro marido, Pierre Curie, instrutor na Escola Superior de Física e Química Industriais de Paris.
Pierre, já apaixonado por ela, propôs um casamento que foi recusado devido ao desejo de Marie a trabalhar em sua terra Natal, Polônia. Porém, foi-lhe negada uma vaga na Universidade Jaguelônica porque ela era mulher.
Graças ao conselhos de Pierre, Marie voltou para Paris para fazer doutorado, o mesmo já estava ingressando no seu próprio. Eles se casaram e Marie ingressou em uma nova possibilidade de tese, investigar amostras de raios de urânio. Em 1897, sua filha Irène nasceu e, para ajudar no sustento da família, a mulher começou a lecionar na Escola Normal Superior de Paris.
Ao apresentar a tese que trabalhava para seu ex-professor, Gabriel Lippmann, descobriu que, dois meses antes, Gerhard Carl Schmidt havia publicado sua própria tese, que continha a mesma descoberta de Marie. Porém, na tese da cientista, uma frase que descrevia o quanto as atividades da pechblenda e da calcolita eram maiores que as do próprio urânio, fora passada despercebida pelo mundo da física. Tal frase era: O fato é muito notável e leva à crença de que esses minerais podem conter um elemento muito mais ativo que o urânio".
Mais tarde, Marie lembrou dessa frase e sentiu "um desejo apaixonado de verificar essa hipótese o mais rápido possível". Com isso, ela e seu marido começaram suas pesquisas, mesmo não sabendo exatamente o que estavam procurando. Em julho de 1898, Curie e seu marido publicaram um documento que anunciava a existência de um elemento chamado "polônio". No mesmo ano, em dezembro, eles anunciaram a existência de um segundo elemento, chamado "rádio". Ao longo de 1898 e 1902, ela e seu marido publicaram, em conjunto ou separadamente, cerca de 32 artigos científicos.
Com isso, em 1900, Curie tornou-se a primeira mulher docente da Escola Normal Superior, enquanto seu marido ingressou na faculdade da universidade de Paris. Dois anos depois, em 1902, o pai de Marie morreu, fazendo a filha ir visitar a Polônia.
Em 1903, Curie recebeu seu doutorado na universidade de Paris e foi convidada, junto de seu marido, para a Royal Institution, em Londres, para um discurso sobre radioatividade. Marie não pôde falar por ser mulher, assim, Pierre discursou sozinho.
Em dezembro de 1903, Marie foi
a Academia Real Sueca de Ciências homenageou a Pierre Curie, Marie Curie e Henri Becquerel o Prêmio Nobel de Física. Inicialmente, Curie não estava incluída na lista da homenagem, simplesmente por ser mulher; mas, um defensor de mulheres cientistas, o matemático sueco Magnus Gösta Mittag-Leffler, comunicou Pierre sobre a injustiça, que reclamou com o comitê, fazendo Marie ser incluída na lista da premiação.
Após o recebimento do prêmio, o casal foi convidado a lecionar na Universidade de Genebra.
Em dezembro de1904, Marie deu a luz a sua segunda filha, Ève. Infelizmente, quase dois anos depois do nascimento de sua filha, no dia 19 de abril de 1906, Pierre foi morto em um acidente viário, deixando Marie arrasada.
Após a morte do marido, Marie foi convidada a substituí-lo na universidade de Paris, a mulher aceitou, tornando-se assim, a primeira professora da universidade.
Curie trabalhou em projetos didáticos com sua filha e, algum tempo depois, sofreu difamações da imprensa de direita como estrangeira e ateia. Em 1911, sofreu ainda mais difamações da imprensa por estar tendo um caso de um ano com o físico Paul Langevin, um ex-aluno de Pierre Curie, um homem casado que se separou de sua esposa. Com essa informação vazada, Curie foi xingada de judia estrangeira destruidora de lares.
No mesmo ano, o reconhecimento internacional por seus trabalhos cresceram e a Real Academia Sueca de Ciências a homenageou, pela segunda vez, com o prêmio Nobel. Ter sido premiada abriu diversas portas a Marie, como ser aceita para continuar suas pesquisas em seu país Natal e convencer o governo francês a apoiar o Instituto do Rádio. Porém, logo depois de receber o prêmio Nobel, Curie foi hospitalizada com depressão e doença no rins, a deixando cerca de 14 meses longe de suas pesquisas e estudos.
Voltando a trabalhar, Marie foi nomeada diretora do Laboratório Curie no Instituto do Rádio da Universidade de Paris, fundado em 1914 e visitou sua cidade Natal, Varsóvia. Porém, o desenvolvimento do instituto foi pausado com o chegar da guerra, possibilidade Curie de retornar a suas atividades somente em 1919.
Durante a guerra, Marie visou a necessidade de centros radiológicos de campo perto da linha de frente para ajudar os cirurgiões a manterem os soldados com o melhor socorro possível. Estudou brevemente radiologia, anatomia e mecânica automotiva e adquiriu equipamentos de raio-x, veículos, geradores auxiliares e desenvolveu unidades móveis de radiografia, conhecidos como Little Curies.
Se torn ou diretora diretora do Serviço de Radiologia da Cruz Vermelha e criou o primeiro centro militar de radiologia da França. Em 1915, produziu agulhas ocas que continham "emanação rádio" que iria ser usado na ser usado na esterilização de tecidos infectados. Depois da guerra e de sua ajuda extremamente importante que tratou mais de um milhão de soldados feridos, Marie escreveu o livro Radiologia na Guerra (1919).
Em 1920 visitou os Estados Unidos para arrecadar fundos para pesquisas em rádio. Em 1921 foi recebida na Casa Branca pelo presidente Warren G. Harding para apresentá-la um grama de rádio coletado no local, além de ser elogiada pela primeira dama. Em 1922, tornou-se membro da Academia Francesa de Medicina. Em agosto de 1922, se tornou membro do recém-criado Comitê Internacional de Cooperação Intelectual da Liga das Nações. Em 1923, escreveu uma biografia de seu falecido marido. Visitou a Polônia e diversos outros países para palestrar. Em 1929, equipou o Instituto de Rádio de Varsóvia. Em 1930, foi eleita para o Comitê Internacional de Pesos Atômicos.
Em 1931, recebeu o Prêmio Cameron de Terapêutica da Universidade de Edimburgo.
Morreu em 4 de julho de 1934, devido aos efeitos da radiação em seu corpo, foi enterrada no cemitério de Sceaux, ao lado de seu marido Pierre. Sessenta anos depois, em 1995, em homenagem do casal, seus restos foram transferidos para o Panteão de Paris. Com o acontecimento, se tornou a primeira mulher a ser homenageada com enterro no Panteão por méritos próprios.

Marie Curie, um nome forte, que identifica uma mulher forte!
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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