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#41220
Para o jornalista Sydney Harris, “o perigo de verdade não é que computadores passem a pensar como humanos, mas sim que humanos passem a pensar como computadores”. Nesse sentido, o avanço e uso de algoritmos no aspecto cultural contribui para a manipulação do comportamento do consumidor pelo controle de dados na internet. Assim, essa situação traz como consequências a restrição de informações e o consumo cultural influenciado.

A princípio, a aplicação de algoritmos para rastrear dados propicia a limitação de informações disponíveis ao usuário. Nesse contexto, a atividade do indivíduo na internet é filtrada por sistemas e ferramentas tecnológicas que lhe fornecem sugestões referentes a conteúdos que ele próprio aprecia. Dessa forma, o usuário consome apenas o que condiz com o seu gosto e que é decidido pelas máquinas, assim, o algoritmo molda o comportamento do consumidor e o faz cego aos demais conteúdos presentes na rede. Nessa perspectiva, relaciona-se o pensamento do filósofo Rousseau de que o homem nasceu livre, mas em toda parte é acorrentado. Semelhantemente, apesar do usuário nascer livre, no mundo cibernético ele tem seu pensamento e atitude manipulados pelas ferramentas tecnológicas e se encontra acorrentado à era do algoritmo.

Ademais, o que o indivíduo consome culturalmente é persuadido pelas tecnologias de filtragem. Nesse sentido, o filósofo Adorno está certo ao dizer que o consumidor não é soberano, como a indústria cultural queria fazer crer, não é o seu sujeito, mas o seu objeto. Assim, as redes selecionam informações que são supostamente relevantes para o público e o consumidor é exposto a esses conteúdos caracterizados como “assuntos do momento”. Destarte, o indivíduo sofre grande manipulação no que diz respeito ao que consome na internet, pois as ferramentas tecnológicas do século XX lhe induzem a determinados tópicos dentro do universo virtual, tratando-o não como sujeito, mas sim como objeto.

Portanto, são necessárias medidas para reverter o cenário atual. Para promover um uso saudável das redes e um consumo cultural consciente, o Ministério da Educação e Cultura (MEC) deve promover, por meio de investimentos financeiros, palestras em escolas e auditórios. Nessas palestras, psicólogos e especialistas devem estar presentes para informar a população acerca da manipulação presente nas redes e conduzir a uma utilização crítica e saudável dessas tecnologias. Assim sendo, o perigo descrito por Sydney Harris não se tornará uma realidade.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 190

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 190

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 170

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 170

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 190

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#42065
Oi, @laaisx! Desculpe a demora, finalmente farei minhas considerações!


Introdução
Para o jornalista Sydney Harris, “o perigo de verdade não é que computadores passem a pensar como humanos, mas sim que humanos passem a pensar como computadores”. Nesse sentido, o avanço e uso de algoritmos no aspecto cultural contribui para a manipulação do comportamento do consumidor pelo controle de dados na internet. Assim, essa situação traz como consequências a restrição de informações e o consumo cultural influenciado.

Comentário: Muito bom repertório, mas o que você quis dizer com aspecto cultural?

Desenvolvimento 2
A princípio, a aplicação de algoritmos para rastrear dados propicia a limitação de informações disponíveis ao usuário. Nesse contexto, a atividade do indivíduo na internet é filtrada por sistemas e ferramentas tecnológicas que lhe fornecem sugestões referentes aos[1] conteúdos que ele próprio aprecia. Dessa forma, o usuário consome apenas o que condiz com o seu gosto e que é decidido pelas máquinas, assim, o algoritmo molda o comportamento do consumidor e o faz "cego" aos demais conteúdos presentes na rede. Nessa perspectiva, relaciona-se o pensamento do filósofo Rousseau de que o homem nasceu livre, mas em toda parte é acorrentado. Semelhantemente, apesar do usuário nascer livre, no mundo cibernético ele tem seu pensamento e atitude manipulados pelas ferramentas tecnológicas e encontra-se [2] acorrentado à [3] era do algoritmo.

[1] Usa-se artigo devido à regência da palavra "referente".
[2] Caso não contenha um elemento atrativo (não, nunca jamais, pronome "que", advérbio e tantos outros casos), opte pela ênclise.
[3] Não há necessidade do uso de crase.

Comentário: Nesse parágrafo você conseguiu explorar bastante a sua tese sobre a restrição de informações. A escrita ficou clara e coesa.


Desenvolvimento 2
Ademais, o que o indivíduo consome culturalmente é persuadido pelas tecnologias de filtragem. Nesse sentido, o filósofo Adorno está certo ao dizer que o consumidor não é soberano, como a indústria cultural queria fazer crer, não é o seu sujeito, mas o seu objeto. Assim, as redes selecionam informações que são supostamente relevantes para o público e o consumidor é exposto a esses conteúdos caracterizados como “assuntos do momento”. Destarte, o indivíduo sofre grande manipulação no que diz respeito ao que consome na internet, pois as ferramentas tecnológicas do século XX lhe induzem a determinados tópicos dentro do universo virtual, tratando-o não como sujeito, mas sim como objeto.

Comentário: Agora entendi o que quis dizer com aspecto cultural, porém é necessário que defina o que é a Indústria Cultural na concepção de Theodor Adorno. Para Adorno, na Indústria Cultural, tudo era negócio. Assim, é a própria exploração da cultura, sendo vendida e comercializada. Além disso, a Indústria Cultural produz necessidades do sistema vigente inalcançáveis pelos consumidores. O termo cabe perfeitamente nesse contexto , mas é preciso fazer a analogia com seu texto. Olha só, isso aqui é aprendizado!! Esse conceito dá para ser usado em um tema relacionado à cultura.

Conclusão
Portanto, são necessárias medidas para reverter o cenário atual. Para promover um uso saudável das redes sociais e um consumo cultural consciente, o Ministério da Educação e Cultura [4] (MEC) deve promover, por meio de investimentos financeiros Meio/Modo), palestras em escolas e auditórios (Ação). Nessas palestras, psicólogos e especialistas devem estar presentes (Detalhamento) para informar a população acerca da manipulação presente nas redes e conduzir a uma [5]utilização crítica e saudável dessas tecnologias (Efeito/Finalidade) . Assim sendo, o perigo descrito por Sydney Harris não se tornará uma realidade.

[4] O Ministério da Cultura (MinC) foi extinto em 2016, portanto a pasta cultural foi transferida para o Ministério do Turismo. Olha, esse negócio de Ministério tem que pesquisar mesmo, não tem jeito!!
[5] Não é necessário o pronome indefinido "uma".

Comentário: Acredito que seu projeto de intervenção contemplou todos os elementos. É um projeto simples, porém efetivo.

:idea: E, sim, gostei da utilização do conceito de Theodor Adorno. Eu queria dizer que gostei da sua escrita, simples, objetiva e com poucos desvios.
#42080
Jaklyni escreveu:Oi, @laaisx! Desculpe a demora, finalmente farei minhas considerações!


Introdução
Para o jornalista Sydney Harris, “o perigo de verdade não é que computadores passem a pensar como humanos, mas sim que humanos passem a pensar como computadores”. Nesse sentido, o avanço e uso de algoritmos no aspecto cultural contribui para a manipulação do comportamento do consumidor pelo controle de dados na internet. Assim, essa situação traz como consequências a restrição de informações e o consumo cultural influenciado.

Comentário: Muito bom repertório, mas o que você quis dizer com aspecto cultural?

Desenvolvimento 2
A princípio, a aplicação de algoritmos para rastrear dados propicia a limitação de informações disponíveis ao usuário. Nesse contexto, a atividade do indivíduo na internet é filtrada por sistemas e ferramentas tecnológicas que lhe fornecem sugestões referentes aos[1] conteúdos que ele próprio aprecia. Dessa forma, o usuário consome apenas o que condiz com o seu gosto e que é decidido pelas máquinas, assim, o algoritmo molda o comportamento do consumidor e o faz "cego" aos demais conteúdos presentes na rede. Nessa perspectiva, relaciona-se o pensamento do filósofo Rousseau de que o homem nasceu livre, mas em toda parte é acorrentado. Semelhantemente, apesar do usuário nascer livre, no mundo cibernético ele tem seu pensamento e atitude manipulados pelas ferramentas tecnológicas e encontra-se [2] acorrentado à [3] era do algoritmo.

[1] Usa-se artigo devido à regência da palavra "referente".
[2] Caso não contenha um elemento atrativo (não, nunca jamais, pronome "que", advérbio e tantos outros casos), opte pela ênclise.
[3] Não há necessidade do uso de crase.

Comentário: Nesse parágrafo você conseguiu explorar bastante a sua tese sobre a restrição de informações. A escrita ficou clara e coesa.


Desenvolvimento 2
Ademais, o que o indivíduo consome culturalmente é persuadido pelas tecnologias de filtragem. Nesse sentido, o filósofo Adorno está certo ao dizer que o consumidor não é soberano, como a indústria cultural queria fazer crer, não é o seu sujeito, mas o seu objeto. Assim, as redes selecionam informações que são supostamente relevantes para o público e o consumidor é exposto a esses conteúdos caracterizados como “assuntos do momento”. Destarte, o indivíduo sofre grande manipulação no que diz respeito ao que consome na internet, pois as ferramentas tecnológicas do século XX lhe induzem a determinados tópicos dentro do universo virtual, tratando-o não como sujeito, mas sim como objeto.

Comentário: Agora entendi o que quis dizer com aspecto cultural, porém é necessário que defina o que é a Indústria Cultural na concepção de Theodor Adorno. Para Adorno, na Indústria Cultural, tudo era negócio. Assim, é a própria exploração da cultura, sendo vendida e comercializada. Além disso, a Indústria Cultural produz necessidades do sistema vigente inalcançáveis pelos consumidores. O termo cabe perfeitamente nesse contexto , mas é preciso fazer a analogia com seu texto. Olha só, isso aqui é aprendizado!! Esse conceito dá para ser usado em um tema relacionado à cultura.

Conclusão
Portanto, são necessárias medidas para reverter o cenário atual. Para promover um uso saudável das redes sociais e um consumo cultural consciente, o Ministério da Educação e Cultura [4] (MEC) deve promover, por meio de investimentos financeiros Meio/Modo), palestras em escolas e auditórios (Ação). Nessas palestras, psicólogos e especialistas devem estar presentes (Detalhamento) para informar a população acerca da manipulação presente nas redes e conduzir a uma [5]utilização crítica e saudável dessas tecnologias (Efeito/Finalidade) . Assim sendo, o perigo descrito por Sydney Harris não se tornará uma realidade.

[4] O Ministério da Cultura (MinC) foi extinto em 2016, portanto a pasta cultural foi transferida para o Ministério do Turismo. Olha, esse negócio de Ministério tem que pesquisar mesmo, não tem jeito!!
[5] Não é necessário o pronome indefinido "uma".

Comentário: Acredito que seu projeto de intervenção contemplou todos os elementos. É um projeto simples, porém efetivo.

:idea: E, sim, gostei da utilização do conceito de Theodor Adorno. Eu queria dizer que gostei da sua escrita, simples, objetiva e com poucos desvios.
muito obrigada!!!

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