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#47099
Título - Unimultiplicidade igualitária de género: as mudanças de hoje para a resolução do amanhã.

Ao alvorecer do processo de evolução da humanidade dentre os 350 mil anos de existência, o instinto, a busca por sobrevivência e a tentativa de manutenção da longevidade humana como espécie, determinaram de modo errôneo, o início da participação distinta e direcionada
da ocupação na sociedade de acordo com o sexo dos indivíduos. No que, mediante ao achismo da diferença de aspectos físicos, intelectuais e sociais e do pensamento cultural fundamentado através da religião, política, economia e mídia, que originaram a existência da submissão e superioridade entre os gêneros sexuais, há a caracterização por modo, ao longo dos tempos, das disparidades e crimes referentes as desigualdades entre homens e mulheres, como os altos índices de violência, assédio e estrupo, objetificação da mulher, diferença salarial e, como tema de discussão, a pouca visibilidade e integração das mulheres na ciência.
Em continuidade, há apenas algumas décadas essa opressão e inferiorização das mulheres em meio social, profissional e familiar foi problematizado, especialmente pelos movimentosfeministas, que lutam pela igualdade de gênero, isto é, pela extinção da cultura machista em diversos âmbitos e pela contestação das ideologias e imposições da sociedade patriarcal e dos estereótipos em existência. Mas, em contrapartida, historicamente e ainda atualmente as
mulheres são excluídas de diversos setores, ocupados na maioria das vezes por homens
brancos e de classe social mais alta. Logo, é importante discutir sobre as lutas e conquistas
pela ocupação desses espaços. E na ciência não é diferente. Por isso, através de mulheres que construíram uma jornada de impacto nas áreas da ciência, tecnologia, engenharia e
matemática, como Hipátia de Alexandria que era astrônoma, filósofa e matemática; Marie
Curie que ocupava os cargos de física, química, professora universitária e física nuclear; Irène
Jouliot – Curie, física responsável pela descoberta da radioatividade artificial; Valentina Tereshkova, primeira astronauta mulher a ir ao espaço e a infinidade de profissionais que foram e são imprescindíveis para a continuidade de conquistas na área cientifica, pode-se por modo constatar, a busca incansável pelo direito de reconhecimento mediante a competência, inteligência e capacitação em detrimento de qual for o gênero, cor, etnia, crença e opção sexual, determinando assim, o esforço para a manutenção garantida dos valores de respeito e igualdade em tese.
Ademais, mediante a essa atualidade de acontecimentos e de acordo com o relatório da
Elsevier, as mulheres brasileiras são hoje líderes mundiais em publicação científica e escrevem 49% dos artigos do país. Da mesma forma, o número de mulheres bolsistas de pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq) na área de exatas mais do que dobrou desde 2011. Mas ainda assim, segundo os dados da Unesco, as mulheres representam apenas 28% dos pesquisadores do mundo e a partir do corte de investimentos científicos de R$ 192,2 milhões para apenas R$ 428 mil reais para as cientistas mulheres, torna-se mais do que fazível perceber a existência da lacuna de gênero na ciência; da ausência de paridade ideal
principalmente em cargos de liderança; o desmonte da estrutura científica e a falta de apoio, medidas e investimentos tanto governamentais, comunitários e familiares mediante a real visibilização de diversas vertentes profissionais exercidas pelas mulheres.
Portanto, perante a constituição de tais fatos, torna-se imprescindível a promulgação e
reivindicação de práticas fazíveis a resolução verídica vinculada, por modo, a constituição
consistente da democracia, dos direitos e das possibilidades mínimas e máximas da mulher,
sobretudo como cidadã. No que, através de políticas publicas vinculadas a universidades que possibilitam a formação de projetos como o Women in Engineering (WIE), que visa promover a participação das mulheres na tecnologia em todos os momentos de sua vida e carreira; a conscientização iniciada nas instituições de ensino desde a infância e palestras com profissionais de sucesso para inspirar outras mulheres; o aumento de investimentos de órgãos governamentais para a ciência como um todo; indução de políticas sociais para sanar as desigualdades; a existência de auxílios que motivam os alunas a continuarem o curso escolhido, como entidades estudantis e extensões e a disponibilização de ambientes em que
ambos os indivíduos de sexo diferente sejam igualmente estimulados em todas as áreas e
sintam que são, ou podem ser, igualmente aptos para seguir carreira, correspondem por
modo, como algumas das efetivações para alicerçar no mundo, a igualdade de gênero, a
equiparidade de competências profissionais e científicas e o equilíbrio para a manutenção
indubitável da vivência indiferente de quaisquer definições sexuais, sociais, políticas,
econômicas e sustentáveis que se entrelaçam.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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