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Por Mille456
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A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê, em seu artigo 6º, o direito a segurança como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não se tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o combate a violência para com crianças, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater ao tópico proposto. Nesse sentido, observamos que há uma falha entre as autoridades responsáveis, como o Conselho Tutelar, em atenuar e intervir no problema. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do "contrato social", já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a proteção à infância, que infelizmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar a falta de conscientização e educação dos pais e responsáveis, como impulsionador de castigos cruéis e degradantes como forma de lição e correção no Brasil. Segundo a psicóloga Lídia Carvalho, "Apanhar não vai fazer com que as crianças aprendam". Diante desse tal exposto, entende-se que essa violência não tem uma competência a não ser servir como "válvula de escape" para pais frustrados e ignorantes. Logo é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esse obstáculo. Para isso, é imprescindível que o Estatuto da Criança e do Adolescente, por intermédio da supervisão legislativa vigente, acompanhe as famílias que apresentam um índice considerável de agressão tanto física como mental, a fim de as crianças, frutos dessa união conjugal, se sintam seguras e protegidas diante da situação. Assim, se consolidará uma sociedade mais íntegra, onde o Estado desempenha corretamente seu "contrato social", tal como afirma John Locke.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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A Constituição Federal de 1988 assegura a todos os[…]

O artigo 4 da Declaração Universal dos Direitos Hu[…]

alguém poderia por favor corrigi-la? @Lauany25 @M[…]

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