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O quadro expressionista “O grito”, do pintor norueguês Edavrd Munch, retrata a inquietude, o medo e a desesperança refletidos no semblante de um personagem envolto por uma atmosfera de profunda desolação. Para além da obra, observa-se que, na conjuntura contemporânea brasileira, o sentimento de milhares de indivíduos assolados pela a Invisibilidade de pessoas que não possuem registro civil é, amiudamente, semelhante ao ilustrado pelo artista. Com efeito, esse cenário nefasto não ocorre só em razão da negligência governamental, bem como a desigualdade social.
Diante desse cenário, é imperioso notar que a indiligência do estado potencializa a marginalização de indivíduos que não possuem certidão de nascimento. Esse contexto de inoperância das esferas de poder exemplifica a teoria das Instituições Zumbi, do sociólogo Zygmunt Bauman, que as descreve como presentes na sociedade, entretanto, sem cumprirem a sua função social com eficácia. Sob essa ótica, devido a baixa atuação das autoridades, é nítido a percepção que pessoas que não possuem algum registro civil serão excluídos socialmente. Nessa perspectiva, para a completa refutação da teoria do estudioso polonês e a mudança dessa realidade, faz-se imprescindível uma intervenção estatal.
Ademais, é fundamental pontuar a disparidade social como outro fator que contribui para a manutenção desse empecilho. Posto isso, a filósofa Simone de Beauvoir desenvolveu um conceito conhecido como Invisibilidade Social, que diz respeito ao processo de apagamento e marginalização sofrido por determinados grupos excluídos. Todavia, a ausência desse documento pertinente coopera para a Invisibilidade denunciada por Beauvoir, de modo que um indivíduo que não possui uma identidade não tem acesso ao ensino superior, mercado de trabalho e, consequentemente, esteja susceptível a opressão social. Assim, não é razoável que, embora almeje tornar-se estado desenvolvido, o Brasil insista em permanecer com esse impasse.
Infere-se, portanto, que ainda há entraves que garante a solidificação de políticas que visem a construção de um mundo melhor. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Educação, por intermédio de uma palestra possa passar para os jovens a importância de garantir a sua identidade. Paralelamente, que se possa garantir políticas pública para monitorar todos os outros empecilhos gerados pela falta de documento. Espera-se, assim, que os sofrimentos emocionais retratados por Munch delimitem-se apenas ao plano artístico.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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