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⠀ᅟDe acordo com o Artigo 1° da Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos os indivíduos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. Em contrapartida à esta Declaração, no Brasil hodierno, sabe-se que a garantia do acesso à cidadania configura desafios a serem sanados. Nessa lógica, compreender a falta de instigação midiática e o comodismo daqueles que não possuem seus registros civis como principais causas deste revés é fundamental.

⠀ᅟEm primeira análise, é notória a escassa repercussão que a mídia promove em prol da informação sobre o acesso à cidadania. Diante da perspectiva do escritor irlandês Oscar Wilde, "a insatisfação é o primeiro passo para o progresso de um homem ou de uma nação", validando a ideia de que instigar a sociedade brasileira, através da propagação de anúncios nas redes sociais mais utilizadas, a obter a documentação individual é imprescindível, uma vez que, insatisfeita, tal população buscaria pelo conhecimento de seus direitos e deveres como cidadãos.

⠀ᅟAdemais, vale ressaltar que, de acordo com o filósofo francês Émile Durkheim, "o homem só poderá promover a mudança na medida em que aprender a conhecer o contexto em que está inserido (...) e as condições que depende", acentuando o quão necessário é o reconhecimento de que a execução da procura pela mudança é, indubitavelmente, imperiosa e de que, sem o interesse, a promoção para melhores condições é utópica. Destarte, faz-se importante a resolução desta problemática.

⠀ᅟ É preciso, portanto, superar a gênese da invisibilidade no Brasil. Logo, cabe ao Ministério da Economia — órgão que executa as políticas fiscais do país — designar verbas para a implantação da promoção de anúncios informativos, contendo explicações sobre a importância de ter o documento pessoal e como obter este, através do exercício da execução da Constituição Federal de 1988, que assegura a todos o direito igualitário à cidadania, a fim de lapidar a desconstrução da ideia de que, sem o porte do registro civil, a cidadania não é digna. Desta forma, poder-se-ia ver a sociedade livre dos impasses gerados pela falta do acesso à documentação individual.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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