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Na Grécia Antiga, a nobreza era a classe que mais desfrutava dos privilégios da época, tal como o papel de cidadão que exercia, direito limitado ou excludente às mulheres e às camadas mais pobres da sociedade. Já no Brasil contemporâneo, há uma significativa parcela popular que enfrenta entraves para adquirir o documento principal: a certidão. Por conta da ausência desta, as pessoas tornam-se invisíveis ao Estado, o que as impedem do direito básicos de cidadania, como estudar e adquirir ajuda financeira do governo. Dessa forma, é necessário que haja ações que permitam mitigar a calamidade.

Primeiramente, é oportuno rememorar os estudos do filósofo inglês Thomas Hobbe, os quais defendiam a ideia de que é obrigação do Estado zelar pelo bem estar coletivo. Sob essa ótica, é inadmissível não haver um direcionamento de solicitação da certidão de nascimento para as crianças que necessitam matricular-se na escola, haja vista que o artigo 6 da Constituição Federal assegura que o acesso à edução é um direito social de todos. Dessarte, sob o auxílio do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), providências devem ser tomadas para tornar estes jovens cidadãos com estudos e aptos a cumprirem com os direitos e deveres.

Ademais, tendo em vista a desigualdade social que permeia o país, os indivíduos que carecem destas documentações são impedidos de receberem auxílio monetário, o que dificulta ainda mais a situação caótica vivida. De acordo com dados divulgados pelo IBGE, são quase 3 milhões de pessoas que não possuem registro de nascimento, sendo que a grande maioria é pobre, agravante que demonstra a fragilidade desta classe. Dessa maneira, à guisa do pensamento kantiano, a mudança deve vir de maneira eficaz e permanente.

Portanto, parafraseando o escrito hirlandês Oscar Wilde, "O primeiro passo é o mais importante na evolução de um homem ou nação". Desse modo, a fim de atenuar o problema pautado, é dever do Estado, em consonância com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), pesquisar sobre os jovens que não estudam, de modo com que tome providências cabíveis para inserí-los nas instituições de ensino. Além disso, os órgãos governamentais devem entrar com famílias pobres na luta para a documenta necessária que possa garantir o recebimento beneficiário do Governo, amenizando os problemas financeiros da população baixa renda. Feito isso, a Grécia Antiga apenas servirá como panorama histórico para demonstrar a evolução humana no que tange à cidadania.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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A invisibilidade dos "cidadãos"

A invisibilidade decorrente da falta de registro c[…]

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