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Sobre o constante debate relacionado ao acesso de camadas específicas da sociedade a direitos assegurados constitucionalmente, debruçou-se o não registro de uma parcela considerável da população, haja vista que fatores como negligência governamental e aumento desordenado das urbes contribuíram para a ocorrência deste fenômeno.
Em primeira análise, a ineficiência dos órgãos ligados ao Governo teve notória participação no reconhecimento oficial de vida tanto de jovens, quanto também de idosos. A carência de investimentos fiscais na logística das instituições que dispõe de tal serviço foi de encontro ao Contrato Social, previsto pelo filósofo inglês John Locke, cuja ideia central é a atuação ativa do Estado em prover condições de necessidades intrínsecas ao ser humano.
Sob uma segunda ótica, o crescimento desenfreado dos centros urbanos fomentou, consequentemente, a alta nos índices de natalidade. Essa expansão repentina deu espaço para que muitos indivíduos não confirmassem diante do corpo governamental a própria existência. Acrescido a este fato, a dificuldade financeira e localização geográfica estiveram de acordo com as estatísticas fornecidas pelo IBGE, nas quais a região sudeste apresenta 1,15 milhão de pessoas sem nascimento comprovado, visto se tratar de uma localidade de intensa industrialização e acúmulo de população – majoritariamente nas periferias.
Portanto, a fim de atuar em consonância a seu dever considerado na Magna Carta de 1988, caberia ao Ministério da Cidadania instituir auxílios monetários para organizações responsáveis pela produção e confirmação de vida, ademais, contribuir financeiramente com vales-transportes direcionados àqueles com baixa renda. A atender o respeito comum, estaria ainda sob encargo do Ministério da Cidadania, assim como o da Educação, órgãos associados ao bem-estar e conscientização coletivos, introduzir nas emissoras televisivas periódicos que ilustrem claramente a real situação das famílias que vivem enfrentando a invisibilidade civil.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Redação ENEM 2021

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