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É certo que, a extrema pobreza no Brasil é a realidade de muitas famílias, o que já se tornam invisíveis perante a sociedade. Todavia, o mínimo que essas pessoas deveriam possuir é o registro civil, a visibilidade de sua existência, o que consta na constituição federal de 1988: o direito à dignidade. No entanto, isso está somente no papel, muitas pessoas que moram em cidades afastadas da capital podem ficar anos sem possuir documentação, não só isso mas também, sem o "RG" a pessoa fica impedida de usufruir de direitos básicos como a saúde e a educação. Diante dos problemas supracitados medidas são cabíveis.
A piore, muitas pessoas moram no interior, cidades pequenas sem muitos recursos e precisam viajar horas para que possam ser registradas ou registrar seus filhos. No entanto, a falta de dinheiro, ou tempo para uma longa viagem, elas acabam desistindo de possuir uma documentação. Tal situação, faz com que essas pessoas se definam como "pessoas que não existe" ou "zero à esquerda" como é o caso de uma entrevista feita por Escóssia para sua tese de doutorado. De fato não possui um registro traz para essas pessoas graves consequências que afetam até mesmo sua estima.
Ademais, a saúde e a educação são essenciais na vida de uma pessoa. De acordo com, o IBGE de 2015 no sudeste cerca de 1,5 milhão de pessoas não possui Registro Civil, o que demonstra uma grande negligência do governo para com esses indivíduos. Pois, sem registro elas acabam sendo impedidas de serem cadastradas no SUS(Sistema Único de Saúde) e escolas o que prejudica muito suas vidas tanto na questão de saúde quanto na hora de conseguir emprego sem nenhum estudo.
Portanto, urge que medidas sejam tomadas. É urgente que o Estado junto à Prefeitura de cada cidade disponibilize as unidades de atendimento integrado nas cidades que não possuem essas unidades, fazendo campanhas com Vans ou micro-ônibus disponibilizados pela prefeitura especializados para o atendimento em dias específicos avisando antecipadamente a população seja via "internet" ou carro de som, informando o local e a hora para que as pessoas possam registrar seus filhos ou adquirir sua própria documentação sem dificuldade, fazendo isso ao menos uma vez no mês, pessoas deixariam de ser invisíveis, principalmente perante o Estado. Ainda, o Governo deveria abrir exceções para as pessoas que não tem documento, para atendimentos e tratamentos no sistema de saúde para que seja garantido o bem-estar delas. Assim, será possível diminuir a invisibilidade no registro civil e garantir o acesso à cidadania no Brasil.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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A invisibilidade dos "cidadãos"

A invisibilidade decorrente da falta de registro c[…]

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RubiArtes ,

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