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#52018
A constituição federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê
em seu artigo 6°, o direito a educação como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa o investimento na formação de professores, dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater o tradicional e antigo modelo formativo de professores. Nesse sentido, a qualidade educacional recebida pelos nossos educadores vem resultando em testes nacionais e internacionais um fator grave: que o nível de aprendizagem de estudantes brasileiros é muito baixo, e isso também ocorre em alunos provenientes de famílias de nível socioeconômico mais baixo. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como a educação, o que lamentavelmente é evidente no país.
Ademais, é fundamental apontar que o currículo de nossos educadores é totalmente inadequado, a formação desses profissionais, em sua expressiva maioria, nunca deu aula para os níveis de ensino para os quais formam seus alunos, como obstáculo da estrutura do ensino ser obsoleta no Brasil. Segundo o Inep cerca de 40% dos professores que atuam no ensino médio não têm formação adequada nas disciplinas que lecionam. São educadores que fizeram a graduação em outra área, não possuem licenciatura ou sequer se formaram na universidade. Diante de tal exposto a formação inadequada desses profissionais traz um impacto direto na qualidade das aulas onde o tipo de conhecimento que ele ensinará aos alunos será superficial, desafortunadamente não será capaz de aprofundar o conhecimento. Logo, é inadmissível que esse cenário continue a perdurar.
Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é
imprescindível que o ministério da educação, por intermédio de recursos é materiais atualizados, reformular o modelo em que os educadores ensinam colocando-os cada um em sua área de especialização a fim de se obter uma valorização na educação e tornando a profissão mais prática. Assim, se consolidará uma sociedade mais superior, onde o estado desempenha corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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