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Quando mencionamos o termo "machismo" estamos referindo-nos a uma ideologia que perpetua à desigualdade e distancia o conhecimento equitativo acerca do gênero incipiadamente biológico. O fato é que, devido sua manifestação cotidiana, consolidou-se como algo banal e incluso em lares brasileiros, em abordagem nacional. Mas afinal, como o denominado exerce tanta influência desde primórdios da historicidade humana?
Sequencialmente, a resposta é corrobada por filósofos (as), os quais elaboraram teses feministas. Simone Beauvoir, por exemplo, disseminou durante anos arquivos textuais, ademais de pensamentos críticos, desconstrutores de mentalidades arcaicas e baseadas no patriarcado. Com bases sólidas e argumentativas, eclodidas principalmente em limiariedade do século XVIII, aprimoradas de forma consensual até tempos hodiernos, é de fácil entendimento que as mulheres são, na maioria dos casos, as propagadoras deste conjunto de práticas discriminativas dentro do lar, visto que proferem hábitos e influências cotidianas (obrigações e deveres característicos de um "gênero") para seus filhos. "Meninas vestem rosa, e meninos azul [...]" típica frase que elucida e representa o imaginário popular sintomático. Mediante os problemas acarretados através de reflexões limitantes como essa é a introdução do homem transcendida ao mérito ou reconhecimento cognoscível. Ainda, o problema torna-se ainda mais desabitual quando são agregadas pautas racistas. Pesquisas recentes relatam o espaço social ínfimo de mulheres pretas e pardas, logo, índices de 21% similarizam os crimes em função do tom de pele, retificando o Mapa da Violência de 2015, cujo detém o colaboracionismo da Organização das Nações Unidas: Mulheres Brasil (ONU) e Ministério das Mulheres, Igualdade Social e Direitos Humanos.
Tendo considerado essas sentenciações, de acordo com a "Revista Glamour", editoriada em 2019 conjunta ao "O Globo", o maior preconceito praticado é a segregação feminina, exercendo 61% do mapa criminal, seguido pelo ultraje racial equivalente aos 46 pontos percentuais. Destarte, deve se discorrer entorno da assertividade parlamentar, provida em diálogos inter-relacionados perante o corpo social, envolvendo organizações não governamentais (ONG's), projetos politicados pelo Estado e um processo de desconstrução ideológica sistematizada via mídia nacional. Dado o condicionamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a maior inclusão das mulheres seria, outrora, proporcionada ao desrraigar da exclusão social, protelando o meio administrativo, e como benesse, a rede de comércio em favorecimento dessas. Enfim, "Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos." artigo 1° da Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), incita o escapismo que não deve ser negligenciado nem expropiado por aqueles posicionados ante respeito a vida.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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No Brasil, cerca de 14 (quatorze) milhões d[…]

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