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O jornalista Gilberto Dimenstein, ao produzir a obra “Cidadão de Papel”, afirmou que a consolidação de uma sociedade democrática exige a garantia dos direitos fundamentais de um povo. No entanto, ao observar a integridade pública no âmbito nacional, constata-se que o direito a emprego, elencado na constituição de 1988, não têm sido pragmaticamente assegurado na prática. Com efeito, é imprescindível enunciar o aspecto sociocultural e a insuficiência legislativa como pilares fundamentais da chaga.

Nesse contexto, torna-se evidente a influência do fator sociocultural. Sob tal perspectiva, é oportuno assinalar que, conforme o pensador Émile Durkheim, a sociedade deve ser analisada de maneira crítica e distanciada da adequação social. Nesse viés, a proposta do sociólogo pode ser aplicada quando se analisa a classe baixa, como maioria na sociedade, sem nenhum conhecimento do gerenciamento público, estreitando o relacionamento do Estado com a população, simplesmente arrojado neste meio, é uma batalha para conseguir realizar ações básicas de sobrevivência exigidas nos dias atuais. Destarte, discorrer criticamente essa problemática é o primeiro passo para a consolidação de um país equânime.

Ademais, é cabível pontuar que a ineficácia das leis corrobora com a persistência da vicissitude. A esse respeito, segundo o filósofo grego Aristóteles afirmou que o objetivo da legislatura é promover uma vida digna aos cidadãos. Nessa lógica, a conjuntura vigente contrasta o ideal aristotélico, posto que a drástica escassez de empregos e a falta da adoção de mecanismos de punição de agentes públicos por nepotismo, para a instrução da sociedade, ainda se atinam em territórios nacionais, devido à negligência do Estado. Assim, medidas precisam ser tomadas pelas autoridades competentes, de modo a atenuar o revés.

Infere-se, portanto, que o imbróglio abordado necessita ser solucionado. Logo, concerne a Controladoria-Geral da União (CGU) promover interlocução com os órgãos, através de programas televisivos vinculados em canais de sinal aberto e em horários de grande audiência, gerando capacitações, publicando materiais informativos e normativos referentes ao assunto. Dessa forma, com o senso crítico de Durkheim e a justiça de Aristóteles a sociedade brasileira deixará de ser uma comunidade de cidadãos de papel, como enfatizou Dimenstein
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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O opressor veste o assédio

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Emily Silva muito obrigada😃! Quando disse que f[…]

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