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Em 2019 surgiu uma notícia que abalou o mundo, o surgimento de um novo vírus na China, que se alastrou mundialmente, infectando e matando milhões de pessoas. Esse é o COVID-19, e a sua existência fez nascer uma pandemia. Com a chegada do vírus, cientistas do planeta todo ficaram empenhados em descobrir curas, remédios e tratamentos eficazes para combater esse novo mal, e assim foram criadas várias vacinas. Porém, com a vacina, apareceram muitas dúvidas sobre sua eficácia e segurança, e mesmo após a comunidade científica atestar seus benefícios, ainda há muitos que não creem na ciência. O negacionismo e os movimentos antivacina adquirem mais força a cada dia, e necessitam ser combatidos para o bem da saúde pública.
Inúmeros testes científicos, estudos e artigos já comprovaram que as vacinas contra o coronavírus, de vários fabricantes, são seguras, e que seus efeitos colaterais são leves, ao contrário dos efeitos que podem decorrer do COVID-19, e que suas eficácias são altas. Elas diminuem as chances de se contrair a doença, de transmiti-la, e que caso a pessoa seja infectada, tenha mais sintomas leves do que graves, ou que venham a óbito. Não há motivos para não se vacinar. Com a negligência em relação a adquirir os imunizantes, ou com a preferência por marcas de vacinas específicas, a saúde pessoal é comprometida, já que a cada dia sem o imunizante, as chances de contrair o vírus e desenvolver quadros graves da doença aumentam.
Além da própria saúde, a vacina é uma questão de responsabilidade coletiva, pois com a recusa de uma parcela da população a se vacinar, ficam em risco as outras parcelas, além das chances de surgirem novas variantes que podem ser imunes à vacina. Escolhas individuais afetam o coletivo, e só será possível acabar com a pandemia do vírus com a participação de todos, mantendo o distanciamento social, usando máscaras, e principalmente se vacinando com as duas doses da vacina, pois para se obter a imunização completa, não se pode tomar apenas a primeira, como comumente é feito.
Diante do exposto e da gravidade do assunto, é necessário que várias medidas sejam feitas para acabar com o movimento antivacina. Para isso a participação do Estado é fundamental, promovendo campanhas de conscientização, com líderes políticos e propagandas incentivando a população a se vacinar, e fornecendo as doses necessárias para todos adquirirem. Além disso, a mídia tem um papel importante na disseminação de notícias verídicas sobre o assunto, dando ênfase aos efeitos positivos da vacina e todos os estudos feitos por trás para que ela fosse feita. E um fator importante a longo prazo é a escola, que deve ensinar desde cedo a história e a importância da vacina, e como várias doenças do mundo foram erradicadas graças à ela, assim formando adultos com conhecimento sobre o tema, e pró-vacina.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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