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Em 1988, o Brasil assumiu diversos compromissos em defesa do bem-estar social da nação. A Constituição Federal coloca em seu Artigo 6º a responsabilidade da União no desenvolvimento de “programas de construção de moradias e a melhoria das condições habitacionais”. E, por muitos anos, foi possível observar o cumprimento destes compromissos.
Mas em meio à pandemia do novo coronavírus, a habitação, que se tornou o espaço de trabalho e da vida social de diversas pessoas devido ao isolamento, vem refletindo uma desigualdade latente e um desrespeito a Constituição e acordos internacionais.
Segundo dados da campanha Despejos Zero, no último ano, mais de 9 mil famílias sofreram com ações de despejos pelo país, sendo que outras 64 mil seguem correndo risco de perder seus lares.
Neste cenário, as políticas adotadas durante a pandemia levantam um velho questionamento: quem tem direito à moradia digna no Brasil? O efeito da crise na habitação.
Até 2019, o Brasil registrava um déficit habitacional de 5,8 milhões de moradias, classificadas entre domicílios precários, de coabitação e com um aluguel elevado, segundo levantamento da Fundação João Pinheiro.
Assim, com o aumento do desemprego, a alta dos alimentos e a diminuição no valor do auxílio emergencial em 2021, diversas famílias perderam suas moradias e passaram a viver nas ruas ou ocupações – seja de terrenos ou prédios que não cumprem a função social.
Já uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE), divulgada pelo Jornal Folha de S. Paulo, revela que 5,1 milhões de domicílios brasileiros estão nos aglomerados subnormais, somando 13 milhões de favelas distribuídas em 734 municípios.
O IBGE classifica os aglomerados subnormais como “formas de ocupação irregular de terrenos de propriedade alheia, públicos ou privados, para fins de habitação em áreas urbanas”. Além de populações em situação socioeconômica precária, as condições básicas de saúde e saneamento tendem a ser inexistentes.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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JoaoPedro72 , qual dica você me daria para[…]

Sua redação ficou muito boa, mas pec[…]

Seu texto ficou muito bom, mas busque entender sob[…]

1-poucos erros gramaticais, você escreve b[…]

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