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Por mariaasouzx
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Na Constituição de 1824, sequer se cogitava a participação da mulher na sociedade. A única referência era especificamente à família real, mostrando a desimportância da figura feminina, que só era relevante quando repercutia na esfera patrimonial. Desse modo, a mulher sempre foi vista como inferior e submissa ao homem. Dois aspectos se tornam relevantes: o legado histórico-cultural e a falta de oportunidades igualitárias.
Nesse viés, a sociedade patriarcal sempre subestimou e subjugou as mulheres. Tanto uma análise histórica quanto uma análise contemporânea nos levam à mesma conclusão. O esforço feito para construir a dicotomia homem versus mulher culminou em papéis sociais bem definidos e limitados para cada gênero. Mesmo em pleno século XXI, apesar de todos os avanços tecnológicos, do mundo pós-guerra e do progresso das sociedades, ainda é comum que mulheres tenham seus direitos restringidos devido ao privilégio dos homens.
Além disso, a falta de oportunidades igualitárias com base em gênero é gritante. Conforme previsto pela Constituição Brasileira, todos são iguais perante a lei, independentemente de cor, raça ou gênero. A isonomia salarial, que estabelece o mesmo salário para aqueles que desempenham a mesma função, também é garantida por lei. No entanto, em várias partes do país, observa-se a diferença entre os salários de homens e mulheres, especialmente se estas forem negras. Esse fato causa extrema decepção e constrangimento, levando as mulheres a se sentirem inseguras e sem ter a quem recorrer.
Dessa forma, diante dos argumentos supracitados, torna-se dever do Estado garantir os direitos estabelecidos por lei de forma justa e igualitária, sem distinção de gênero. Para isso, é imprescindível a criação de campanhas de conscientização sobre o papel da mulher na sociedade e no mercado de trabalho, garantindo a elas os mesmos recursos salariais e benefícios dos homens que desempenham a mesma função. Espera-se, assim, que as ações descritas sejam um começo para promover melhorias em relação à igualdade de gênero no país, buscando modificar a sociedade patriarcal e machista que ainda prevalece atualmente.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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