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Por Claraaa
#50149
      “Vamos, não chores... / A vida não se perdeu.” Nesses versos de Carlos Drummond de Andrade, vê-se o eu lírico proferindo um discurso esperançoso, já que, segundo ele, enquanto houver vida, existe a possibilidade de se reverter quadros problemáticos. Relacionando esse discurso poético otimista com a falta de combate a gordofobia no Brasil, verifica-se que acreditar em um futuro melhor, tende a potencializar a busca por soluções. Nesse prisma, cabe analisar a busca por soluções.
      Inicialmente, compreende se que ao permitir a gordofobia o Poder Público mostra-se negligente. Isso porque há uma falha no processo de fiscalização estatal, uma vez que falta uma maior inspeção nos acessos em locais públicos, por exemplo, as pessoas obesas que têm dificuldades de passar nas catracas dos transportes sociais, o queo que prejudica, consequentemente, o direito à igualdade. Entretanto, nota se que o governo não tem assegurado o bem-estar de todo os cidadãos, configurando a ruptura do contrato social teorizado pelo filósofo Thomas Hobbes no livro “Leviatã”.
      Além disso, destaca-se que existe a tendência de se atribuir toda a responsabilidade aos demais integrantes da sociedade sobre o problema da gordofobia. Porém a própria omissão diante deste fenômeno não costuma ser percebida. Prova disso pode ser a inércia individual perante a ausência de assistência estatal, posto que falta oferecer um maior atendimento psicológico no Sistema Único de Saúde (SUS), por exemplo, as pessoas que sofreram certa intolerância por terem transtorno alimentar, e por conseguinte, violando o direito à saúde destes. Esse fato vem a fortalecer o discurso do filósofo Jean-Paul Sartre de que “o inferno são os outros”, para algumas pessoas.
      Convém, portanto, ressaltar que a falta de caminhos para o combate a gordofobia devem ser superado. Logo, é necessário exigir do Estado, mediante debatem em audiência públicas uma maior fiscalização. Priorizando uma maior inspeção a partir do ministério público em lugares coletivos, com objetivo de promover a todos a inserção nesses lugares. Ademais, é fundamental sensibilizar a população via campanhas midiáticas produzidas por ONGs, sobre a importância de se adotar uma postura não omissa diante da gordofobia, potencializando, assim, a mobilização coletiva em prol de verbas para garantir mais atendimentos psicológicos no SUS, para as pessoas vítimas do preconceito gordofóbico. Desse modo, assim nos versos de Carlos Drummond de Andrade, seria possível ter esperança de se enfrentar entraves existentes.
 
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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Na sociedade atual,tem sido bastante discutido sob[…]

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