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A Constituição Federal de 1998, promulgada por Ulisses Guimarães - ex participante da Assembleia Constituinte - assegura o direito a saúde de qualidade a todos os brasileiros. No entanto, no que concerne a doação de sangue, a população ainda convive com o baixo índice de doações. Nesse âmbito, é lícito destacar como causas do problema a desinformação e a falta de conscientização.
Nessa perspectiva, é importante destacar que a desinformação reduz a doação de sangue no país, isso se deve a mitos que foram criados ao longo dos anos. Muitos acreditam que doar sangue pode causar anemia, perda de peso e transmitir doenças, principalmente a AIDS. Um estigma que surgiu com a descoberta dessa doença, que era erroneamente associada apenas a homossexuais, o que acabou contribuindo para que esse grupo fosse proibido de doar sangue - proibição que foi derrubada pelo STF no dia 8 de maio de 2020 - percebe-se que essa questão de descaso configura falta de humanidade.
Ademais, é irrefutável a falta de conscientização no que diz respeito a prática de doar. De acordo com o autor Franz Kafka, a solidariedade é o sentimento que melhor expressa o respeito pela dignidade humana. Entretanto, analisando a sociedade brasileira contemporânea, nota-se uma escassez de empatia, o que é um impasse para o aumento das doações. Logo, é inegável que a carência de campanhas de incentivo e de informação estão diretamente atreladas a formação desse revés.
Urge, pois, que providências sejam tomadas com o intuito de se coibir o problema apresentado. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde, com a finalidade de propagar informações verídicas e atrair mais doadores, promover propaganda televisivas - feitas pelos trabalhadores dos próprios hemocentros, que dirão como as doações funcionam - e palestras nas escolas, pois o sentimento de solidariedade deve ser cultivado desde a infância. Dessa forma, podendo contribuir para que a população brasileira tenha acesso á saúde de qualidade, como prevê a Constituição Federal de 1988.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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