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No seriado de televisão "Pequeno Grande Avô", revela inúmeras cenas de amor e carinho da família com o avô. Ao contrário disso, essa cena não é vista em muitas famílias, porque desprezam e maltratam as pessoas de mais idade, dificultando as formas de combater a violência contra a pessoa idosa no Brasil. Essa problemática é fruto da carência informacional e o preconceito enraizado.

Sob esse viés, é licito afirmar que a falta de informação, indubitavelmente, atua na perpetuação dessa entrave. O governo não divulga de maneira correta como denunciar os casos de violência, fazendo com que os idosos se sintam perdidos. Sendo assim, os agressores continuam, visto que a população mais antiga não tem conhecimento em como se defender.

Outrossim, é válido destacar a irrefutável influência que o preconceito enraizado exerce na violência contra os idosos no Brasil. Para entender essa lógica, alude-se a expressão "Banalidade do mal" da teórica política alemã Hannah Arendt, segunda ela, a maldade se tornou algo comum e corriqueiro, ou seja, praticamos "maldade" sem nem perceber. Ao observar, no entanto, uma parcela da sociedade possui um pensamento de que os mais velhos são "inválidos" e já não tem mais utilidade para as atividades, cometendo agressões, principalmente psicológicas, quando negligenciam a vida e os sentimentos dos idosos. Persistindo com esse pensamento, o impasse nunca será resolvido.

Logo, de modo a combater a violência contra a pessoa idosa, sugere-se que o Estado juntamente com asilos desenvolva projetos para ajudar a intensificar as informações de como denunciar uma violência, para que os responsáveis sejam punidos. Isso pode ser realizado através de cartazes em locais públicos, como praças, ruas e centros comerciais, mostrando o passo a passo de como prestar queixa. Devem, também, organizar palestras nas escolas e empresas, com o relato de como os idosos se sentiram no momento da violência, com o intuito de sensibilizar a nação, para enfim, quebrar esse pré-julgamento. Dessa maneira, os cidadãos de mais idade serão mais respeitados e ouvidos.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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nycolas2005 , muito obrigada, fico feliz pela cor[…]

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