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#40407
Relativo a força feminina na educação brasileira, é possível destacar aspectos tantos positivos quanto negativos. Se por um lado, o sexo feminino conseguiu conquistar o seu espaço no âmbito educacional; por outro, a falta de valorização e reconhecimento financeiro se torna bem notório, já que o sexo masculino - de acordo com os dados do IBGE - ganham cerca de 20% a mais que o sexo feminino. Dessa forma, é necessário medidas para suprir esse problema de desigualdade financeira.


Em primeiro lugar, é importante destacar que, o acesso à escolaridade básica no Brasil foi tardio para elas, já que passaram a ser aceitas em instituições de ensino apenas a partir de 1863. Desde então, com muita força, as mulheres vêm conquistando um espaço significativo dentro da sociedade. De acordo com o Senso de Educação, pesquisas realizadas no ano de 2015 mostram que cerca de 429,8 mil mulheres exercem função na educação infantil, enquanto que a quantidade de homens são 13,5 mil, uma diferença gritantemente grande. Nessa perspectiva, é evidente que as mulheres têm grande dominância no sistema educacional brasileiro, mesmo com muitas dificuldade a principio, elas não desistiram de lutar pelo os seus direitos ao acesso a educação, persistiram e alcançaram os vosso lugar dentro da escolaridade básica e superior. Desse modo, conclui-se a grande importância das mulheres no mercado de trabalho escolar.



Todavia, as dificuldades do sexo feminino na educação brasileira se dá pela, falta de valorização e reconhecimento financeiro. De acordo com o Censo de 2010, nas universidades, o salário dos homens, em média, representava R$ 5.403,81, e das mulheres, R$ 3.873,18. Já no ensino médio, docentes homens recebiam R$ 2.088,56 e mulheres R$ 1.822,66. Por fim, no ensino pré-escolar e fundamental, as professoras informaram receber R$ 1.258,67, e os professores, R$ 1.685,55. Á vista disso, mesmo com a predominância da mulher na educação há um fator que torna esse sistema injusto. Apesar de exercerem a mesma função, as mulheres têm um salário muito inferior ao dos homens em todas as etapas da educação. Assim, a permanência desse fator acaba não reconhecendo o grande esforço das mulheres de terem chegado até aqui e, por conseguinte, compromete a igualdade financeira no ramo educacional.



Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver esse problema. Como solução, é preciso que as escolas, em parceria com a prefeitura, promovam um espaço para rodas de conversas e debates sobre a força feminina na educação brasileira no ambiente escolar. Tais eventos podem ocorrer no período extraclasse, contando com a presença dos professores e principalmente professoras, já que são as mais afetadas pela desigualdade salarial. Além disso, não devem se limitar aos alunos, mas ser aberto á comunidade, a fim de que mais pessoas compreendam questões relativas a grande ação feminina nos sistemas educacionais e se tornem cidadãos mais atuantes na busca de resoluções. Em suma, é preciso que se aja sobre o problema, pois, como defendeu Simone de Bevouir: "Cada um de nós é responsável por tudo e por todos os seres humanos".
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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