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#57337
Dez milhões de brasileiros enfrentam uma insegurança alimentar grave, apontam pesquisas recentes realizadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com Mahatma Gandhi, indiano especialista em ética política, “Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome.”. Sob tal ótica, podemos inferir que o desencadeador dessa problemática não é a falta de recursos os quais suprem as necessidades humanas. Contudo, isso se sustenta devido a uma organização nacional de distribuição irregular dos recursos que levam à aquisição de alimentos, ou seja, ao acesso ao capital.

O Brasil é atualmente o maior produtor de soja e uma das nações de maior importância, e destaque, no cenário do agronegócio mundial. A partir disso, podemos concluir que esse imbróglio é inerente das explícitas distinções entre a paridade de poder de compra de cada Estado-nação, provenientes do capitalismo. É imprescindível ter consciência do fato dessa adversidade não advir do investimento dado à agricultura brasileira, mas das políticas nacionais que, deliberadamente, investem nesse setor da indústria com foco no comércio externo. Esse fator faz com que a sua própria sociedade não usufrua e tenha disponibilidade a esses recursos.

Diante disso, essa negligência do Estado perante à sua população, decorrente do desprezo ao não tomar medidas que impliquem em um acesso igualitário à alimentação básica, é o que provoca a persistência do problema. A ONU, organização internacional mais influente da atualidade, indica como pauta de importância mundial, na sua agenda de questões sociais para serem solucionadas até 2030, a luta pela garantia de uma alimentação de qualidade para todos os indivíduos, sem distinções. Sob tal perspectiva, cabe ao Poder Legislativo, através da criação de leis, fiscalizar o financiamento de subsídios, provenientes do Poder Executivo, que são destinados à indústria alimentícia. Haja vista que esse é o método mais eficaz para se alcançar valores acessíveis, para todos os seres humanos, e constantes nos produtos essenciais à vida humana, sem prejudicar empresas privadas.

Portanto, essa problemática é originada da precária administração dos órgãos de poder brasileiros no combate à desigualdade social no âmbito econômico. Além disso, ela deve ser trabalhada tendo como base o princípio de que todo indivíduo deve ter, assegurada, a liberdade de gozar dos seus direitos humanos, o que inclui a parcela social subalimentada e suas lutas diárias contra a fome.

@Pedrex
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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