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#61421
O curta-metragem "Save Ralph", produzido pela Humane Society International, ressalta uma pauta muito importante a ser discutida, sobre a utilização de animais, como coelhos, em testes experimentais para produção de cosméticos. A partir disso, é fundamental ter um pensamento crítico no momento em que se percebe a criação de novos métodos diversos e menos desumanos sendo introduzidos na atualidade, que buscam não provocar dor ou sofrimento a nenhum indivíduo. Portanto, é notório que algo deve ser feito, quando esses testes experimentais submetidos em animais contradizem o conceito da ética afirmado pela sociedade e leis criadas visando o bem de todos.
É importante analisar, de início, que tais métodos foram essenciais para o descobrimento científico e benéficos tanto para os humanos quando para os próprios animais, pois disponibilizou a criação de vacinas e medicamentos. Porém, a uma aversão nas diretrizes, quando leis como a Lei federal n° 9. 605/98 referente aos crimes ambientais, estabelecem pena criminal aos indivíduos praticantes de experiências dolorosas ou cruéis a animais vivos, ainda que para fins científicos, se existirem outros métodos viáveis. Paralelamente a isso, observa-se a ausência de ética em regulamentações inadequadas feita pela "Concea" (Concelho nacional de experimentação animal), pois ainda existem, infelizmente, muitos casos problemáticos que passem despercebidos, já que segundo a ONG Cruelty Free International, só em 2016 mais de 115 milhões animais foram usados em experimentos.
Além disso, como estabelece o "SBPC" ( sociedade brasileira para o processo científico da ciência), apesar de apoiar o uso desse método na ciência, se diz contra esses testes em casos cosméticos, que são menos essenciais e existem outros métodos viáveis como testes "In Vitro" — células e tecidos artificiais para estudo e manipulação— e "In Sítico" —simulações através de computadores e "softwares"—que podem substituir e mitigar tais casos problemáticos.
Depreende -se, portanto, que mudanças sejam feitas tendo como objetivo diminuir ou até acabar com casos semelhantes ao do Ralph, em busca de também priorizar o bem-estar dos animais. O ministério da tecnologia deve pôr em prática esses novos métodos, através de profissionais qualificados, investindo na descoberta e desenvolvimento de outros. Ademais, visando respeitar as leis já garantidas, o Governo Federal, através de sua comissão, deve intervir com medidas que analisem detalhadamente essas práticas na ciência.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#61985
@EmillyySilva, aqui está!

Introdução
O curta-metragem "Save Ralph", produzido pela Humane Society International, ressalta uma pauta muito importante a ser discutida, sobre a utilização de animais, como coelhos, em testes experimentais para produção de cosméticos. A partir disso, é fundamental ter um pensamento crítico no momento em que se percebe a criação de novos métodos diversos e menos desumanos sendo introduzidos na atualidade, que buscam não provocar dor ou sofrimento a nenhum indivíduo. Portanto, é notório que algo deve ser feito, quando esses testes experimentais submetidos em animais contradizem o conceito da ética afirmado pela sociedade e leis criadas visando o bem de todos.
Boa introdução, mas deixe a tese mais explícita já que nos próximos parágrafos percebi que o argumento está um pouco confuso com o que diz na tese.

Desenvolvimento 1
É importante analisar, de início, que tais métodos foram essenciais para o descobrimento científico e benéficos tanto para os humanos quando (1) para os próprios animais, pois disponibilizou a criação de vacinas e medicamentos. Porém, a (2) uma aversão nas diretrizes, quando leis como a Lei federal n° 9. 605/98 referente aos crimes ambientais, estabelecem pena criminal aos indivíduos praticantes de experiências dolorosas ou cruéis a animais vivos, ainda que para fins científicos, se existirem outros métodos viáveis. Paralelamente a isso, observa-se a ausência de ética em regulamentações inadequadas feita pela "Concea" (Concelho nacional de experimentação animal), pois ainda existem, infelizmente, muitos casos problemáticos que passem (3) despercebidos, já que segundo a ONG Cruelty Free International, só em 2016 mais de 115 milhões animais foram usados em experimentos.
1 - "quanto"
2 - "há"
3 - "passam"
Seu tópico está muito longo, faça mais breve e deixe claro sobre o primeiro argumento que deu a entender na tese que é a falta de ética, mas que não ficou explícito no tópico frasal.
No final do parágrafo foi usado outro repertório, mas não é necessário usar mais de um em um único parágrafo. Dê maior atenção a argumentação... porém, nesse caso achei interessante o uso, pois serviu para comprovar a afirmação de que casos passam sempre despercebidos.


Desenvolvimento 2
Além disso, como estabelece o "SBPC" ( sociedade brasileira para o processo científico da ciência), apesar de apoiar o uso desse método na ciência, se diz contra esses testes em casos cosméticos, que são menos essenciais e existem outros métodos viáveis como testes "In Vitro" — células e tecidos artificiais para estudo e manipulação— e "In Sítico" —simulações através de computadores e "softwares"—que podem substituir e mitigar tais casos problemáticos.
O parágrafo anterior está melhor que esse. Nesse caso não ficou explícito sobre o que iria falar, pois até na tese o segundo argumento ficou um pouco confuso. Acredito que seria sobre leis... mas leis e ética foram faladas no parágrafo anterior. Organize melhor a tese para não haver essa confusão novamente que prejudica muito a competência 3. Sobre a microestrutura do parágrafo, não há tópico frasal e é todo feito em um único período, o que é ruim. Está bem expositivo também!

Conclusão
Depreende -se, portanto, que mudanças sejam feitas tendo como objetivo diminuir ou até acabar com casos semelhantes ao do Ralph, em busca de também priorizar o bem-estar dos animais (4). O ministério da tecnologia (5) (6) deve pôr em prática esses novos métodos (7), através de profissionais qualificados, investindo na descoberta e desenvolvimento de outros (8). Ademais, visando respeitar as leis já garantidas (9), o Governo Federal (10), através de sua comissão (11), deve intervir com medidas que analisem detalhadamente essas práticas na ciência (12).
4 - Efeito
5 - "Ministério da Tecnologia"
6 - Agente
7 - Ação
8 - Meio
9 - Efeito
10 - Agente
11 - Meio
12 - Ação
A primeira proposta tem apenas quatro elementos e a segunda tem quatro também. Ambas faltam o detalhamento.


Deixe sua tese mais explícita, estude a microestrutura dos parágrafos, argumente mais, adicione o detalhamento na sua proposta. Bons estudos...
Atenciosamente,
Ashiley
#62237
A ciência do atraso
Em meados do século XXI, ocorreu o avanço de vários setores da indústria como: informática, farmacêutica e cosmética. Seguindo o modelo de produção "Just in time" e a alta demanda tecnológica para otimizar seus produtos, de forma mais rápida, diversas empresas criaram novos métodos para o teste de qualidade e eficácia usando animais em laboratórios. Mas, esse assunto deve ser tratado com rigor, por questões técnicas e éticas.
De acordo com o 5°Artigo do CONCEA ( Conselho Nacional de experimentação animal) todo experimento que possa causar dor ou angústia, deve ser desenvolvido sobre sedação e anestesia adequadas. Entretanto, isso não ocorre na prática, para testar cosméticos, medicamentos e outros insumos industriais, milhares de animais de pequeno porte como macacos, gatos, cachorros e roedores são mantidos em laboratórios e escravizados.
O especismo causa a eles um sofrimento desumano como a inalação de fumaça, inserção de substâncias químicas nos seus olhos, implantação forçada de eletrodos em seus cérebros, etc. Além de toda crueldade, os testes em animais retardam o desenvolvimento da ciência, esse fato é confirmado pela pesquisa da Food and Drug (FDA - agência reguladora dos Estados Unidos da América na área de alimentação, cosméticos, medicamentos) 92% dos testes em animais falham quando aplicados em humanos. Há empresas brasileiras como o grupo O Boticário que excluíram esses testes e criaram para uma pele 3D, as pesquisas cosméticas, como diz Márcio Lorencini, gerente de pesquisa molecular do grupo: - Ao usar células humanas, conseguimos chegar ao resultado mais próximo da nossa verdadeira pele.
Enquanto, grande parte da indústria não evolui e não se conscientiza, cabe a nós, consumidores, pesquisarmos e priorizarmos as marcas engajadas com a proteção animal. O poder legislativo em conjunto com o CONCEA, deve criar leis mais rígidas em relação aos testes em animais. Exigindo que as empresas tenham aparato técnico de informática para testes antes de recorrer à eles. Caso, esse padrão seja quebrado, os empresários devem pagar multa com a concessão de 40% de seu patrimônio ao poder público. Os animais serão melhor respeitados e só serão utilizados como último recurso em testes, seguindo a ideia do naturalista Charles Darwin que diz que a compaixão com os animais é uma das mais nobres virtudes da natureza humana.

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