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#54181
Alimentar-se de mudanças.
A alimentação não é um processo tão somente de nutrição biológica, como também um meio relacionado à política. Analogamente, a escolha dos alimentos em si já traz diversos impactos, desde ambientais e de saúde até mesmo sociais. Desta forma, torna-se evidente e amplamente discutível na atualidade, o papel da alimentação populacional como ação para transformação das relações de poder.
Em primeiro plano, vale ressaltar o quanto alguns produtos alimentícios trazem impactos ao meio ambiente e à saúde humana, seja por embalagens não-biodegradáveis ou até o uso de agrotóxicos. Sendo assim, ao consumir esses alimentos, automaticamente, sugere-se uma adesão e contribuição ao agravamento desses prejuízos, fortalecendo e perpetuando a utilização desenfreada de cada vez mais agroquímicos.
Não muito distante, a alimentação também pode acarretar questões sociais como a escolha de não consumir produtos realizados por mão de obra superexplorada. Ademais, essa é uma decisão muito importante, pois, quanto maior a adesão a essa atitude, maior é o boicote contra um sistema explorador historicamente enraizado no Brasil. Por conseguinte, através do simples ato de comer, é possível alterar relações de poder.
Portanto, tendo em vista a problemática supracitada, é importante refletir até mesmo sobre a própria alimentação e transformar esse momento particular em uma ferramenta de ação política geral. Outrossim, não cabe somente ao governo quando se trata do fazer político, mas sim a todos os indivíduos de uma sociedade. Assim, será concebível nutrir-se também de mudanças para um futuro melhor.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#54193
Alimentar-se de mudanças.

A alimentação não é um processo tão somente de nutrição biológica, como também um meio relacionado à política. Analogamente, a escolha dos alimentos em si já traz diversos impactos, desde ambientais e de saúde, até mesmo sociais. Desta forma, torna-se evidente e amplamente discutível na atualidade, o papel da alimentação populacional como ação para transformação das relações de poder.

Em primeiro plano, vale ressaltar o quanto alguns produtos alimentícios trazem impactos ao meio ambiente e à saúde humana, seja por embalagens não-biodegradáveis ou até o uso de agrotóxicos. Sendo assim, ao consumir esses alimentos, automaticamente, sugere-se uma adesão e contribuição ao agravamento desses prejuízos, fortalecendo e perpetuando a utilização desenfreada de cada vez mais agroquímicos.
* Tem comprovar o que se fala, fuja do senso comum
* Apresentar o argumento + repertório (dados ou citação) + argumentação (seu ponto de vista impessoal) + arrematação (fechar o raciocínio)

[faltou conectivo] Não muito distante, a alimentação também pode acarretar questões sociais como a escolha de não consumir produtos realizados por mão de obra superexplorada. Ademais, essa é uma decisão muito importante, pois, quanto maior a adesão a essa atitude, maior é o boicote contra um sistema explorador historicamente enraizado no Brasil. Por conseguinte, através do simples ato de comer, é possível alterar relações de poder.
* Falta comprovar o que se fala

Portanto, tendo em vista a problemática supracitada, é importante refletir até mesmo sobre a própria alimentação e transformar esse momento particular em uma ferramenta de ação política geral. Outrossim, não cabe somente ao governo quando se trata do fazer político, mas sim a todos os indivíduos de uma sociedade. Assim, será concebível nutrir-se também de mudanças para um futuro melhor.
* Não foque em reflexão, traga soluções técnicas para os argumentos que você problematizou
* Reflexão e conscientização são ações ineficazes. Culpe o governo mesmo, traga nome de órgãos


Espero ter ajudado! :D
#54216
jherodrigues escreveu:Alimentar-se de mudanças.

A alimentação não é um processo tão somente de nutrição biológica, como também um meio relacionado à política. Analogamente, a escolha dos alimentos em si já traz diversos impactos, desde ambientais e de saúde, até mesmo sociais. Desta forma, torna-se evidente e amplamente discutível na atualidade, o papel da alimentação populacional como ação para transformação das relações de poder.

Em primeiro plano, vale ressaltar o quanto alguns produtos alimentícios trazem impactos ao meio ambiente e à saúde humana, seja por embalagens não-biodegradáveis ou até o uso de agrotóxicos. Sendo assim, ao consumir esses alimentos, automaticamente, sugere-se uma adesão e contribuição ao agravamento desses prejuízos, fortalecendo e perpetuando a utilização desenfreada de cada vez mais agroquímicos.
* Tem comprovar o que se fala, fuja do senso comum
* Apresentar o argumento + repertório (dados ou citação) + argumentação (seu ponto de vista impessoal) + arrematação (fechar o raciocínio)

[faltou conectivo] Não muito distante, a alimentação também pode acarretar questões sociais como a escolha de não consumir produtos realizados por mão de obra superexplorada. Ademais, essa é uma decisão muito importante, pois, quanto maior a adesão a essa atitude, maior é o boicote contra um sistema explorador historicamente enraizado no Brasil. Por conseguinte, através do simples ato de comer, é possível alterar relações de poder.
* Falta comprovar o que se fala

Portanto, tendo em vista a problemática supracitada, é importante refletir até mesmo sobre a própria alimentação e transformar esse momento particular em uma ferramenta de ação política geral. Outrossim, não cabe somente ao governo quando se trata do fazer político, mas sim a todos os indivíduos de uma sociedade. Assim, será concebível nutrir-se também de mudanças para um futuro melhor.
* Não foque em reflexão, traga soluções técnicas para os argumentos que você problematizou
* Reflexão e conscientização são ações ineficazes. Culpe o governo mesmo, traga nome de órgãos


Espero ter ajudado! :D
@jherodrigues, Muito obrigada!! Ajudou demais! Mas eu tenho uma dúvida, mesmo em redações estilo fuvest é preciso dar proposta de intervenção? como no Enem?
#54306
@sarahgaf1, não precisa de uma intervenção, a fuvest foca em uma análise do tema fora do senso comum. Então você tem que analisar a sua tese, se na sua argumentação você problematizou, então na conclusão você tem que apresentar soluções para a problemática.
É complicado o estilo da fuvest, porque ela gosta de reflexão, só que fora do senso comum. Creio que é bom investir em repertório filosófico e sociológico. Na conclusão você tem que apresentar uma reflexão ou um panorama do tema, mas observando o que você escreveu antes. Não tem que ter aquela estrutura do enem (agente + ação + meio + finalidade + detalhamento), não é isso! Mas de uma forma reflexiva, você vai responsabilizar o governo para não cair no senso comum e demonstrar conhecimento de órgãos e poder político.

A fuvest vai observar se você compreende a estrutura de um texto dissertativo-argumentativo e avaliar o seu poder de argumentação, por isso tem que trazer repertório para comprovar a sua tese. Ela também vai avaliar a coerência e organização do texto, para isso tem que fazer o uso de conectivos e prestar atenção na concordância do que escreve. E por último avalia o domínio da língua, cuidado com os erros gramaticais.
#54311
jherodrigues escreveu:@sarahgaf1, não precisa de uma intervenção, a fuvest foca em uma análise do tema fora do senso comum. Então você tem que analisar a sua tese, se na sua argumentação você problematizou, então na conclusão você tem que apresentar soluções para a problemática.
É complicado o estilo da fuvest, porque ela gosta de reflexão, só que fora do senso comum. Creio que é bom investir em repertório filosófico e sociológico. Na conclusão você tem que apresentar uma reflexão ou um panorama do tema, mas observando o que você escreveu antes. Não tem que ter aquela estrutura do enem (agente + ação + meio + finalidade + detalhamento), não é isso! Mas de uma forma reflexiva, você vai responsabilizar o governo para não cair no senso comum e demonstrar conhecimento de órgãos e poder político.

A fuvest vai observar se você compreende a estrutura de um texto dissertativo-argumentativo e avaliar o seu poder de argumentação, por isso tem que trazer repertório para comprovar a sua tese. Ela também vai avaliar a coerência e organização do texto, para isso tem que fazer o uso de conectivos e prestar atenção na concordância do que escreve. E por último avalia o domínio da língua, cuidado com os erros gramaticais.
@jherodrigues, muito muito obrigada mesmo! Gratidão!

Aqui está a minha análise da sua r[…]

Ficou espetacular! :) Muito obrigado!!

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

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