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Por Joyceyasyas
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#118809
Na obra “Utopia”, de Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, cujo corpo social é padronizado pela ausência de conflitos. Entretanto, fora da ficção, a sociedade brasileira encontra-se distante da inexistência de determinados impasses, visto que as doenças mentais ainda são tratadas com preconceito e discriminação no país. Nesse ínterim, esse empecilho reverbera-se pela negligência estatal, e consequentemente, pela ignorância a respeito de patologias psicológicas no país. Dessa forma, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
Sob esse viés, as doenças mentais são negligenciadas pelas entidades governamentais, visto que não há ampla divulgação de informações sobre essa problemática. Nesse sentido, o filósofo Emmanuel Kant afirma que “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”, ressaltando a importância do ensino para o desenvolvimento humano. Nessa perspectiva, a frase do pensador evidencia a necessidade da disseminação de informações acerca das patologias mentais, para que, assim, a sociedade seja mais tolerante a respeito do tema. Dessa forma, é notório a falta de iniciativa do Governo no combate à desinformação da sociedade, de modo que os programas educacionais, no que tange os problemas mentais, são precários em escolas públicas e privadas, assim como em outras instituições. Desse modo, faz-se mister a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais, a inoperância estatal culmina na ignorância social sobre os transtornos psicológicos. Nesse cenário, a série “Uma advogada extraordinária”, presente na plataforma de stream Netflix, retrata a vida de uma advogada com Transtorno do Espectro Autista (TEA), assim, destacando os ideais pré-concebidos socialmente sobre a condição, e também a discriminação que esses indivíduos sofrem em suas relações interpessoais. Fora da ficção, essa situação, infelizmente, é parte da realidade brasileira, visto que cerca de 70 por cento da população possui algum tipo de preconceito contra pessoas com transtornos mentais, de acordo com um estudo realizado em 2017 pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). Assim, constituindo-se um obstáculo em suas vidas profissionais, bem como ao acesso a tratamento e à inclusão social desses indivíduos.
Portanto, infere-se que para mitigar os estigmas relacionados às doenças mentais é imprescindível que o Governo Federal, mais especificamente o Ministro da Saúde em ação conjunta com os veículos de mídia – importante órgão formador de opinião pública e de disseminação de informações –, realize uma propagação de conhecimento acerca doenças mentais, por meio de propagandas educacionais e campanhas em escolas públicas e privadas, a fim de desconstruir os estigmas associados às patologias psicológicas, reduzindo a ignorância sobre tais transtornos e promover uma sociedade brasileira mais igualitária e tolerante.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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A Constituição Federal de 1988 assegura a todos os[…]

O artigo 4 da Declaração Universal dos Direitos Hu[…]

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