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#64474
É notório que a estigmatização associado a doenças mentais no Brasil está cada vez mais frequente, principalmente, na internet - uma tecnologia com grande valor expressivo. Isso pode ser explicado pela má influência das redes na vida das pessoas, bem como pela negligência social diante da situação. Portanto, erradicar essa problemática faz-se necessário.
Em primeira análise, cabe ressaltar que as pessoas estão totalmente conectadas as redes sociais, onde a sociedade mostra sua maneira de viver. Em consonância, surge padrões inalcançáveis de se vestir, de viver e de números de seguidores. Infelizmente, esse modelo de vida criado se torna prejudicial ao ser humano, pois atesta a condição de incapacidade a diversas pessoas gerando, assim, problemas psicossociais como a depressão, a ansiedade e, consequentemente, a polarização desses indivíduos.
Além disso, a população mais afetada são os jovens, principalmente, mulheres. Segundo o site da ZenKlub cerca de 11,5 milhões de pessoas têm depressão no Brasil, o que o torna o país mais depressivo da América Latina. Dessa totalidade, estima-se que a maioria são mulheres, cerca de 30% mais elevado que os homens. Nesse sentido, há uma reduzida atuação do estado para a resolução do problema e um acentuado descuido populacional por não se prepararem psicologicamente antes de acessar aplicativos de socialização.
Diante do exposto, conclui-se que a questão do estigma associado a doenças mentais precisa de mais atenção da sociedade. Dessa forma, é imprescindível que o Governo crie campanhas, em locais públicos, no intuito de conscientizar as pessoas da falsa idealização imposta pelas mídias sociais. Faz-se necessário, também, a disponibilidade de psicólogos nas escolas visto que os jovens são os mais afetados. Por fim, como afirmava o filósofo grego, Aristóteles, "a felicidade e a saúde são incompatíveis com a ociosidade".
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra bom domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro, com poucos desvios gramaticais e de convenções da escrita, ou seja, apresenta um texto com boa estrutura sintática, com poucos desvios de pontuação, de grafia e de emprego do registro exigido.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 140

Você atingiu aproximadamente 70% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema, de forma organizada, com indícios de autoria, ou seja, os argumentos, embora ainda possam ser previsíveis, estão organizados e relacionados de forma consistente ao ponto de vista defendido e ao tema proposto, e há indícios de autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 140

Você atingiu aproximadamente 70% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante articula as partes do texto com poucas inadequações e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#64669
Gabrielvex escreveu:@Gabrielvex, @eurodrigo
Olá, Gabriel. Tudo bem?

Então, estou com várias correções pendentes, ou seja, não sei quando conseguirei trazer uma análise recém solicitada como esta. Porém, caso nenhum colega traga uma correção, apenas aguarde a sua vez - não há necessidade de me marcar novamente, ok?

Abraços e boa noite! :D
#64892
Olá @Gabrielvex , segue os erros que notei:
Em vermelho = Erro
Em verde = Correção
Em azul escuro = Comentário. No final do parágrafo e em itálico.

É notório que a estigmatização associado a (às) doenças mentais no Brasil está (estão) cada vez mais frequentes, principalmente, na internet - uma tecnologia com grande valor expressivo. Isso pode ser explicado pela má influência das redes na vida das pessoas, bem como pela negligência social diante da situação. Portanto, erradicar essa problemática faz-se necessário.
(Fora os erros gramaticais a contextualização e sua tese estão bem expostos, mas seria bom colocar algum repertório sociocultural no início (como filme, doc., série...), para comprovar que a estigmatização das doenças mentais são ainda frequentes).

Em primeira análise, cabe ressaltar que as pessoas estão totalmente conectadas as (às) redes sociais, onde a sociedade mostra sua maneira de viver. Em consonância, surge padrões inalcançáveis de se vestir, de viver e de números de seguidores. Infelizmente, esse modelo de vida criado se torna prejudicial ao ser humano, pois atesta a condição de incapacidade a (às) diversas pessoas gerando, assim, problemas psicossociais como a depressão, a (não precisa desse 'a') ansiedade e, consequentemente, a polarização desses indivíduos.
(Ótima argumentação, porém também senti falta de um repertório sociocultural que comprove a argumentação e complete seu desenvolvimento, um grande repertório seria, por exemplo, o conceito de "Modernidade Líquida" de Zygmunt Bauman que credibiliza bem sua tese).

Além disso, a população mais afetada são os jovens, principalmente, mulheres. Segundo o site da ZenKlub, cerca de 11,5 milhões de pessoas têm depressão no Brasil, o que o torna o país mais depressivo da América Latina. Dessa totalidade, estima-se que a maioria são mulheres, cerca de 30% mais elevado que os homens. Nesse sentido, há uma reduzida atuação do estado para a resolução do problema e um acentuado descuido populacional por não se prepararem psicologicamente antes de acessar (acessarem) aplicativos de socialização.
(Aqui você colocou um bom repertório, porém salientar que as mulheres são as mais afetadas não fez sentido com a tese exposta no final do parágrafo, pois sua tese não envolvia uma questão de gênero. Então, seria melhor colocar no tópico frasal ou que há um grande número de pessoas com depressão no Brasil ou que os jovens são os mais afetados).

Diante do exposto, conclui-se que a questão do estigma associado a (às) doenças mentais precisa de mais atenção da sociedade. Dessa forma, é imprescindível que o Governo crie campanhas, em locais públicos, no intuito de conscientizar as pessoas da falsa idealização imposta pelas mídias sociais. Faz-se necessário, também, a disponibilidade de psicólogos nas escolas, visto que os jovens são os mais afetados. Por fim, como afirmava o filósofo grego, Aristóteles, "a felicidade e a saúde são incompatíveis com a ociosidade".
(Acho que vc completou todos os pontos da proposta de intervenção, mas a única coisa que vi de erro (além da vírgula) é a citação no final, pois não se pode adicionar novas informações na conclusão. Portanto, recomendo fechar a conclusão arrematando o repertório ou informações do início para indicar ciclicidade no seu texto!)

Atente-se ao uso da crase e vírgula e use repertórios socioculturais para argumentar o seu desenvolvimento.
OBS: essas são só minhas observações baseado no que sei e nos erros que já cometi e aprendi, pode ser que eu tenha me equivocado em algo ou não tenha notado outros erros. Verifique e peça correções de outros usuários!!
#64944
@juliananjos, Oi, Julia. Ótima análise.

Só me tira uma dúvida:

"É notório que a estigmatização associado a (às) doenças mentais no Brasil está (estão)" pq "estão"??
A estigmatização está cada vez mais frequente
A estigmatização estão cada vez mais frequentes ???

Em relação a frase no final, não tem problema não, já vi muitas redações nota 1000 com citações no final.

Muito obrigado pela correção.
#64950
Gabrielvex escreveu:@eurodrigo poderia corrigir?
Olá, Gabriel. Tudo bem?

Então, como a Júlia já trouxe uma análise, vou apenas fazer algumas - poucas - observações.

1) De antemão, busque utilizar repertórios como comprovação, não exposição. Em seu texto, apenas um repertório é produtivo (no caso, o presente no segundo parágrafo), e isso está diretamente ligado ao que a corretora pontuou a respeito da citação final: realmente não é o indicado. Lembre-se: a sua conclusão deve finalizar a sua linha de raciocínio, não trazer novos materiais para argumentos, ou seja, só é correto utilizar o uso de repertórios finais em caso de arrematação do inicial (ou algum localizado no D1/D2). Por isso, então, o seu texto expressa uma carência de bases legitimadas para os seus posicionamentos, algo que prejudica a sua nota substancialmente.

2) Ademais, não recomendo o uso do "Em primeiro lugar" ou qualquer outro operador do tipo prioridade/relevância. Na verdade, essa utilização não é um problema quando o restante do seu texto se amarra com ela. Entretanto, alguns corretores, hoje, desconsideram esse modo de conectivo - olhar esse que prejudica a sua C4. Por via das dúvidas, então, prefira não voltar a usá-lo, beleza? Aqui estão algumas sugestões para substituí-lo: "Sob essa perspectiva"; "Diante desse cenário"; "Nesse viés";... e assim segue.

Essas foram algumas considerações que achei interessante ressaltar, por mais que hajam outras. De todo modo, deixo a minha correção detalhada para uma próxima redação. Sucesso! :D
#65014
Gabrielvex escreveu:@juliananjos, Oi, Julia. Ótima análise.

Só me tira uma dúvida:

"É notório que a estigmatização associado a (às) doenças mentais no Brasil está (estão)" pq "estão"??
A estigmatização está cada vez mais frequente
A estigmatização estão cada vez mais frequentes ???

Em relação a frase no final, não tem problema não, já vi muitas redações nota 1000 com citações no final.

Muito obrigado pela correção.
Sim, está errada. Me desculpe, não tinha reparado, mas a crase em: associado às doenças mentais, é necessária.

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