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Por nathverdan
#85209
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê, em seu artigo 5º, o combate ao racismo. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa os preconceitos sofridos pelas pessoas pretas no Brasil, impedindo, deste modo, a universalização desse direito civil tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise de como a desigualdade socioespacial e a herança escravocrata favorecem esse quadro.
Nesse viés, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para resguardar a minoria social que os negros fazem parte. Tal problemática ficou ainda mais evidente durante a pandemia de COVID-19 em 2020, visto que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, 72,9% dos desempregados do país, de um total de 13,9 milhões de pessoas, eram pessoas pretas ou pardas. Amplificando, dessa forma, a desigualdade socioespacial, já que, com a ausência de renda fixa, há um aumento de indivíduos indo morando de forma precária, dificultando o acesso às condições básicas de vida.
Ademais, é fundamental apontar a evasão escolar como impulsionadora da perpetuação da herança escravista. De acordo com o levantamento feito pelo programa Todos Pela Educação, cerca de 244 mil jovens de 4 a 16 anos deixaram de estudar no decorrer do surto mundial de SARS COV 1 . Dessa maneira, as crianças e adolescentes ficarão com seu conhecimento defasado, uma vez que é nessa faixa etária em que os principais pilares morais e culturais, baseados em disciplinas humanas, como história e sociologia, são criados. Assim, com a ignorância dos danos causados pelos 300 anos de escravidão, a utilização de expressões e atos racistas são vistos de forma banal.
Depreende-se, portanto, a necessidade de combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministério da Educação introduza, por intermédio de verbas governamentais, políticas que facilitem o acesso das crianças e adolescentes às escolas públicas, a fim de criar consciência histórica e política nesses indivíduos para que eles venham a ser cidadãos mais ativos nas questões sociais e possam disseminar os conhecimentos adquiridos ao longo da vida.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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