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#78137
A série ‘’Sob Pressão’’, ao retratar a conjuntura da saúde pública no Brasil, exibe um caso clínico de morte cerebral de um homem apto à doação de órgãos, contudo, a família se opõe ao ato. Dessa maneira, análogo ao demonstrado na obra, os estigmas que cercam essa ação ainda estão enraizados no corpo social e, em função disso, as filas de espera por transplantes crescem vertiginosamente e os indivíduos são impossibilitados de recuperar-se de suas patologias. Nesse sentido, não apenas a ineficiência governamental, como também a ínfima adesão coletiva à condição de doador são aspectos que corroboram para manutenção dessa problemática.

Em primeira análise, cabe pontuar que a atuação diminuta do Poder Público acerca de políticas para estimular a doação é uma conduta negligente para com a população. Desse modo, conforme o artigo 196 da Constituição Federal de 1988, a saúde é direito de todos e deve ser garantida pelo Estado. Sob esse viés, denota-se que tal premissa é fundamental para proporcionar a qualidade de vida da sociedade, no entanto, não é completamente viabilizada aos sujeitos aos sujeitos que necessitam de um novo órgão ou tecido, uma vez que a falta transmissão de informação sobre o processo e a estrutura hospitalar insuficiente para realizá-lo são fatores que fomentam a permanência de pessoas na espera pela transplantação por anos. Com efeito, essas falhas existentes devido a indiligência em relação ao investimento em recursos tanto para que ocorra o procedimento quanto para que sua seriedade e urgência sejam entendidas, provocam a aflição de inúmeros pacientes.

Em segunda análise, vale ressaltar que a inexistência de uma vasta rede de doadores prejudica a frequência de execução das cirurgias. Dessa forma, segundo o sociólogo Zygmunt Bauman, a modernidade é marcada pelo individualismo do sujeito, o qual dissocia-se da noção de coletividade e solidariedade. À visto disso, apreende-se que esse aspecto é perceptível na realidade nacional, dado que grande parte dos cidadãos assumem posições contrárias à transferência de partes do corpo humano impelidos por tabus e crenças ilógicas, mesmo compreendendo sua importância para o receptor. Assim sendo, essas preconcepções – como a de que a morte encefálica não é válida e é revertível – devem ser desmistificadas para que vidas tenham oportunidade de continuar.

Em suma, é mister que medidas sejam tomadas para reverter esses entraves. Portanto, urge que o Ministério da Educação elabore uma campanha para ampliação do banco de doadores, por meio de núcleos de assistência distribuídos os centros urbanos e periféricos, os quais visar a orientação sobre a necessidade e as circunstâncias para efetivação da operação, oferecer declaração imediata da condição de concessor, além de divulgação de informativos na mídia, a fim de que o elencado na Magna Carta seja cumprido.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 200

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora excelente proposta de intervenção, detalhada, relacionada ao tema e articulada à discussão desenvolvida no texto. Trata-se de redação cuja proposta de intervenção seja muito bem elaborada, relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, abrangente e bem detalhada.

#78141
Sobre seu texto: sua redação é nota mil, não há dúvidas, você cometeu pouquíssimos erros gramaticais, errando somente no paralelismo, provavelmente por falta de atenção, dependendo do corretor isso pode passar batido, mas é bom ficar atento. De resto, ‘tá tudo bom, você compreendeu a proposta, apresentou amplo repertório e fechou o texto com uma boa proposta, é isso, meus parabéns!
Segue abaixo seu texto com a minha correção:
A série ‘’Sob Pressão’’, ao retratar a conjuntura da saúde pública no Brasil, exibe um caso clínico de morte cerebral de um homem apto à doação de órgãos, contudo, a família se opõe ao ato. Dessa maneira, análogo ao demonstrado na obra, os estigmas que cercam essa ação ainda estão enraizados no corpo social e, em função disso, as filas de espera por transplantes crescem vertiginosamente e os indivíduos são impossibilitados de recuperar-se de suas patologias. Nesse sentido, não apenas a ineficiência governamental, como também a ínfima adesão coletiva à condição de doador são aspectos que corroboram para manutenção dessa problemática.

Em primeira análise, cabe pontuar que a atuação diminuta do Poder Público acerca de políticas para estimular a doação é uma conduta negligente para com a população. Desse modo, conforme o artigo 196 da Constituição Federal de 1988, a saúde é direito de todos e deve ser garantida pelo Estado. Sob esse viés, denota-se que tal premissa é fundamental para proporcionar a qualidade de vida da sociedade, no entanto, não é completamente viabilizada aos sujeitos aos sujeitos que necessitam de um novo órgão ou tecido, uma vez que a falta transmissão de informação sobre o processo e a estrutura hospitalar insuficiente para realizá-lo são fatores que fomentam a permanência de pessoas na espera pela transplantação por anos. Com efeito, essas falhas existentes devido a indiligência em relação ao investimento em recursos tanto para que ocorra o procedimento quanto para que sua seriedade e urgência sejam entendidas, provocam a aflição de inúmeros pacientes.

Em segunda análise, vale ressaltar que a inexistência de uma vasta rede de doadores prejudica a frequência de execução das cirurgias. Dessa forma, segundo o sociólogo Zygmunt Bauman, a modernidade é marcada pelo individualismo do sujeito, o qual dissocia-se da noção de coletividade e (de) solidariedade. À visto disso, (à vista disso) apreende-se que esse aspecto é perceptível na realidade nacional, dado que grande parte dos cidadãos assumem posições contrárias à transferência de partes do corpo humano impelidos por tabus e (por) crenças ilógicas, mesmo compreendendo sua importância para o receptor. Assim sendo, essas preconcepções – como a de que a morte encefálica não é válida e é revertível – devem ser desmistificadas para que vidas tenham oportunidade de continuar.

Em suma, é mister que medidas sejam tomadas para reverter esses entraves. Portanto, urge que o Ministério da Educação elabore uma campanha para ampliação do banco de doadores, por meio de núcleos de assistência distribuídos (nos) os centros urbanos e periféricos, os quais (visam, repare que o verbo visar trabalha para “núcleos de assistência”, por isso “visam” seria o correto) visar a orientação sobre a necessidade e as circunstâncias para efetivação da operação, oferecer declaração imediata da condição de concessor, além de divulgação de informativos na mídia, a fim de que o elencado na Magna Carta seja cumprido.

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