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Por rafaelbalb
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#119116
A novela “Terra e paixão”, da rede de comunicações Globo, retrata a história de Lucinda, uma dona de casa que, constantemente, sofre agressão física de seu marido, principalmente, quando ele está bêbado. Analogamente à obra, nos tempos hodiernos, muitas mulheres vivem o drama da personagem, já que o sexismo, tão recorrente na sociedade, é o causador desse mal. Sendo assim, é necessário discutir sobre a persistência da violência feminina no Brasil.
Em primeiro plano, é válido expor o quanto o machismo associado às raízes históricas é um pressuposto para isso. Nesse prisma, destaca-se a Grécia antiga, onde a forma de governo era a democracia, só que não abrangia as mulheres viventes em tal período. Diante de tal cenário, observa-se que tal exclusão permite a agressão contra elas, porquanto inferioriza esses indivíduos, subjugando - as a pessoas passíveis de correção, como forma de mostrar a superioridade masculina. Consequentemente, tal superioridade causará o aumento do caso de mulheres que não denunciam a violência vivida por medo do que pode lhes acontecer, o que gera ainda mais a persistência da impetuosidade contra elas. Logo, é preciso o rompimento com o passado.
Ademais, a leniência estatal é um pilar assegurador da problemática no território brasileiro. Sob essa ótica, de acordo com a pesquisa Mapa da Violência, nos anos entre 2000 e 2010 43,7 mil mulheres foram mortas no Brasil. Nota - se, o quanto esta taxa está ligada a negligência governamental, tendo em vista que esse poder não cria programas sociais que eduquem os homens sobre a necessidade de preservar o ser feminino, deixando elas à mercê da impiedade deles. Dessa forma, conclui-se o quão preciosa é a diminuição dessa taxa.
Em síntese, descrita a adversidade, cabe ao Ministério da cidadania - órgão regulador da democracia no território verde e amarelo - a criação do projeto "Cuide mulher". Tal programa será lançado através de palestras nas instituições de ensino, a fim de educar os alunos homens sobre a necessidade de preservar o direito da mulher, para que quando se casem, não recorram à violência, com o intuito de sanar os problemas da família. Por conseguinte, fica a cargo de todos os indivíduos masculinos o apagamento com os tempos antigos, pois, assim, não haverá a persistência da violência feminina.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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