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#26084
[list]Nas últimas décadas os formatos de família vêm se modificando, de acordo com as necessidades do modo de produção vigente, as mudanças na sociedade, na economia e na cultura influenciam diretamente esses arranjos. Se na idade média as mulheres exerciam apenas a função de manutenção da força da força de trabalho dentro do lar, lavando, passando e cuidando dos filhos; na revolução industrial elas foram chamadas ao chão da fábrica como mão de obra, assim como seus filhos, o que de forma nenhuma lhe tirou as obrigações como mãe e esposa. Isso não quer dizer que somente as questões femininas foram alteradas, contudo toda a estrutura considerada como modelo familiar da época foi sendo transformada mesmo estando dentro de uma sociedade patriarcal e capitalista.
Na idade moderna com a revolução tecnológica, a busca pelos direitos iguais e pela visibilização das minorias veio, através de muita luta, garantir alguns direitos e até hoje vem sendo motivo de grandes discussões políticas e ideológicas. Cada vez mais mulheres são chefes e provedoras de seus lares, assim como casais homoafetivos podem casar, adotar e reivindicar seus direitos perante a constituição.
Neste sentido é dever da sociedade e do poder público em geral, não só respeitar, mas considerar essas diversas formas de famílias como legitimas e garantir seus direitos. Assim, outras mudanças significativas vêm sendo conquistadas na legislação brasileira tendo como grandes exemplos, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), já na Política Nacional de Assistência Social (PNAS-2004) ela vem abordar a família como eixo central, para além de suas relações consanguíneas, todavia como uma construção baseada nas relações de afeto, respeito mútuo e solidariedade.
Desta forma, no cotidiano do trabalho do servidor público é importante compreender de forma crítica e com base numa visão de totalidade, para perceber de que forma se dão essas relações, deixando de lado os pré-conceitos e julgamentos pessoais. Para isso é necessário investir em capacitações e em projetos de formação continuada no sentido de melhorar a qualidade no atendimento e no trabalho em equipe, atendendo de forma eficiente as necessidades da população que procura os serviços.
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Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#26484
Muitos foram os acontecimentos na sociedade que transformaram a forma como conceituamos família. Neste texto, falaremos sobre esta mudança com a influência do movimento feminista.
A descoberta e distribuição em sistemas de saúde da pílula anticoncepcional, o mundo ocidental capitalista que "obrigou" muitas mulheres a não mais ocupar apenas o papel de administradora do lar, aderindo também a função de prover, a globalização gerada pela internet revelando as diversas formas de se enxergar a vida e o mundo são fatos que influenciaram na ideia de estrutura familiar.

A primeira pílula anticoncepcional chegou ao mercado nos anos 60, década em que havia um efervescente movimento feminista surgindo nos Estados Unidos, onde as participantes do movimento lutavam pela igualdade de direitos entre homens e mulheres. Parte dessa luta, era pela forma de como a mulher era vista também na família influenciando, desde então, em como a mulher era vista no seio familiar: agora, além de ter que dividir a função de dona de casa e provedora, por conta do capitalismo ocidental, ela também deseja direitos iguais aos dos homens.

Apesar do movimento feminista ter parecido perder a força nos anos 80, nos anos 90 a intenet chega até as residencias como uma grande ferramenta para influenciar, criar movimentos e formas de pensar, o que gerou a continuidade deste processo.

Se hoje o conceito do que é família não é mais o mesmo, é também devido ao movimento feminista. A mulher não é vista mais a partir de um padrão, mas a partir do que ela deseja ser. Isto muda a forma de como ela é vista na família, pois o papel que ela exerce em uma família "tradicional" dos anos 2000 não é o mesmo papel dos anos 60, agora ela dá direcionamentos diretos a família sem antes passar pela "supervisão" do marido, agora ela fica 2 anos fora para fazer um MBA no exterior, agora ela pode ser mãe, esposa e correr atrás dos seus desejos sem influenciar nos respeito que ela tem, ou não, pela família.
#26488
Nas últimas décadas os formatos de família vêm se modificando, de acordo com as necessidades do modo de produção vigente, as mudanças na sociedade, na economia e na cultura influenciam diretamente esses arranjos. Se na idade média as mulheres exerciam apenas a função de manutenção da força de trabalho dentro do lar, lavando, passando e cuidando dos filhos, na revolução industrial elas foram chamadas ao chão da fábrica como mão de obra, assim como seus filhos, o que de forma nenhuma lhe tirou as obrigações como mãe e esposa. Isso não quer dizer que somente as questões femininas foram alteradas, contudo toda a estrutura considerada como modelo familiar da época foi sendo transformada mesmo estando dentro de uma sociedade patriarcal e capitalista.
Na idade moderna, com a revolução tecnológica, a busca pelos direitos iguais e pela visibilização das minorias veio, através de muita luta, garantir alguns direitos e até hoje vem sendo motivo de grandes discussões políticas e ideológicas. Cada vez mais mulheres são chefes e provedoras de seus lares, assim como casais homoafetivos podem casar, adotar e reivindicar seus direitos perante a constituição.
Neste sentido é dever da sociedade e do poder público em geral, não só respeitar, mas considerar essas diversas formas de famílias como legitimas e garantir seus direitos. Assim, outras mudanças significativas vêm sendo conquistadas na legislação brasileira tendo como grandes exemplos, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), já na Política Nacional de Assistência Social (PNAS-2004) ela vem abordar a família como eixo central, para além de suas relações consanguíneas, todavia como uma construção baseada nas relações de afeto, respeito mútuo e solidariedade.
Desta forma, no cotidiano do trabalho do servidor público é importante compreender de forma crítica e com base numa visão de totalidade, para perceber de que forma se dão essas relações, deixando de lado os pré-conceitos e julgamentos pessoais. Para isso é necessário investir em capacitações e em projetos de formação continuada no sentido de melhorar a qualidade no atendimento e no trabalho em equipe, atendendo de forma eficiente as necessidades da população que procura os serviços.
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