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Segundo o romancista Adriano Suassuna, “Existe uma injustiça secular capaz de dividir a sociedade brasileira em duas vertentes: a dos privilegiados e a dos despossuídos”. Nesse sentido, a ideia do dramaturgo brasileiro, aplica-se nos efeitos da elitização dos espaços públicos, uma vez que tal ação consiste na exclusão de pessoas de baixa renda. Em suma, essa problemática é ocasionada em virtude da lógica capitalista e da negligência governamental, que indubitavelmente precisam ser corrigidas.
Em primeira análise, é necessário discutir a influência capitalista sobre as transformações urbanas. Consoantemente, o filósofo polônes Zygmunt Bauman, diz que o mundo hodierno está condizente ao objetivo de adquirir lucro. Em consequência, observa-se, nos espaços urbanos brasileiros, a concretização da teoria de Bauman. A exemplo disso, o Morro do Vidigal no Rio de Janeiro, possui o privilégio da paisagem litorânea. Contudo, nem todos se beneficiam da vista, pois os prédios de elites são locados na melhor localização, enquanto a classe baixa, reside nas favelas em más condições sociais.
Ademais, esse empecilho é motivado pela negligência governamental. Diante disso, a Constituição Cidadã de 1988, garante o direito à igualdade sem distinção de qualquer natureza. Sobretudo, a Lei não evita os efeitos da elitização dos espaços públicos. Nessa lógica, percebe-se nas cidades brasileiras, que pessoas de melhor renda social ocupam os ambientes privilegiados, excluindo a população de baixa renda. Sobre isso, o site “Mediun.com” publicou um artigo com o tema “A ilusão do direito à cidade", o qual relata que, com o Estatuto da Cidade, criado em 2001, a paisagem é garantida a mais-valia. Notavelmente, o negligenciamento do Governo, motiva a desigualdade entre classes.
Portanto, cabe ao Governo Federal investir na indenização das pessoas afetadas pela elitização dos espaços públicos. Isso, poderá ser realizado por meio de programas sociais que garantem os direitos básicos como saúde, moradia, educação, lazer entre outros, que em virtude da negligência e do capitalismo acabam afetando menos a classe de baixa renda. Além disso, terá como objetivo, evitar os efeitos negativos da gentrificação e auxiliar a população mais afetada por essas mudanças nos ambientes urbanos, e assim extinguir a injustiça secular que divide a sociedade brasileira.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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