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#47366
Na música "Geni e o Zepelim", de Chico Buarque, a personagem principal é julgada constantemente pela sociedade em razão de seu modo de vida. A canção é uma crítica do autor ao que hoje chamamos de "cultura do cancelamento", sendo, dessa forma, uma representação caricata das atuais relações sociais. Nesse contexto, não há dúvidas de que o "cancelamento" é um problema no Brasil - o qual gera, infelizmente, não apenas a limitação da liberdade de expressão, mas também o fim do diálogo político.

Em primeira análise, cabe ressaltar a liberdade de expressão como um fator fundamental num país. Em consonância com o filósofo iluminista, Voltaire, a autonomia de fala do indivíduo é um dos aspectos que garantem a prosperidade de uma sociedade. Todavia, hobiernamente, essa autonomia é cerceada pela cultura do cancelamento, pois, especialmente com o advento da tecnologia da informação, opiniões pessoais ou falas, mesmo descontextualizados, podem servir de "estopim" para campanhas de difamação, que prejudicam a vitíma profissonalmente, psicológicamente ou mesmo fisicamente, gerando dessa forma, um controle indireto da expressão individual. Entende-se, portanto, que esse fato social é potencialmente nocivo para a sociedade.

Faz-se mister, ainda, ressaltar o surgimento de discursos políticos hegemônicos como produto da problemática. De acordo com o educador brasileiro Paulo Freire, o diálogo é imprescindível para a construção da democracia. Entretanto, os "cancelamentos" prejudicam de forma relevante a troca de diferentes ideias, colocando em risco o sistema democrático nacional ao permitir que algum grupo detenha o poder de definir, literalmente, o que pode ou não ser dito. A partir disso, nota-se que um dos efeitos desse fato social é o precedente para o nascimento de perigosos discursos únicos e o fim da troca de diferentes visões de mundo.

Infere-se, portanto, que a "cultura do cancelamento" é um desafio no Brasil. Dessa maneira urge que o Parlamento Brasileiro deve, por meio de emendas constitucionais, criar leis que proíbam, em ambientes virtuais ou não, atitudes de controle de pensamento, assim como os cancelamentos, a fim de garantir a liberdade de expressão. Além disso, cabe ao poder executivo, municipal, estadual e federal, a adoção de campanhas que alertem a sociedade sobre os efeitos desse fato social, mitigando o problema. Feito isso, a canção do Chico Buarque irá, finalmente, deixar de refletir a sociedade brasileira.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#47509
CORREÇÃO (X)

Na música "Geni e o Zepelim", de Chico Buarque, a personagem principal é julgada constantemente pela sociedade em razão de seu modo de vida. A canção é uma crítica do autor ao que hoje chamamos de "cultura do cancelamento", sendo, dessa forma, uma representação caricata das atuais relações sociais. Nesse contexto, não há dúvidas de que o "cancelamento" é um problema no Brasil - do qual gera, infelizmente, não apenas a limitação da liberdade de expressão, mas também o fim do diálogo político.

Em primeira análise, cabe ressaltar a liberdade de expressão como um fator fundamental num país. Em consonância com o filósofo iluminista, Voltaire, a autonomia de fala do indivíduo é um dos aspectos que garantem a prosperidade de uma sociedade. Todavia, hodiernamente, essa autonomia é cerceada pela cultura do cancelamento, pois, especialmente com o advento da tecnologia da informação, opiniões pessoais ou falas, mesmo descontextualizados, podem servir de "estopim" para campanhas de difamação, que prejudicam a vítima profissionalmente, psicologicamente ou mesmo fisicamente, gerando dessa forma, um controle indireto da expressão individual. Entende-se, portanto, que esse fato social é potencialmente nocivo para a sociedade.

Faz-se mister, ainda, ressaltar o surgimento de discursos políticos hegemônicos como produto da problemática.(1) De acordo com o educador brasileiro Paulo Freire, o diálogo é imprescindível para a construção da democracia. Entretanto, os "cancelamentos" prejudicam de forma relevante a troca de diferentes ideias, colocando em risco o sistema democrático nacional ao permitir que algum grupo detenha o poder de definir, literalmente, o que pode ou não ser dito. A partir disso, nota-se que um dos efeitos desse fato social é o precedente para o nascimento de perigosos discursos únicos e o fim da troca de diferentes visões de mundo.

Infere-se, portanto, que a "cultura do cancelamento" é um desafio no Brasil. Dessa maneira, urge que o Parlamento Brasileiro deve, por meio de emendas constitucionais, criar leis que proíbam, em ambientes virtuais ou não, atitudes de controle de pensamento, assim como os cancelamentos, a fim de garantir a liberdade de expressão. Além disso, cabe ao poder executivo, municipal, estadual e federal, a adoção de campanhas que alertem a sociedade sobre os efeitos desse fato social, mitigando o problema. Feito isso, a canção do Chico Buarque irá, finalmente, deixar de refletir a sociedade brasileira.

(1)-Faltou o termo coesivo aqui. Prejudicou a fluidez do texto.
(2)-kkkkkk. Eu não sei se você percebeu, mas você fala na redação inteira que é preciso de liberdade de pensamento e após expõe que é preciso criar leis que proíba atitudes de controle de pensamento.

Não tive muito o que falar da sua redação. Aguardo as próximas. Até mais. :D

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