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#60913
No livro “O cidadão de Papel”, o jornalista Gilberto Dimenstein afirma que os direitos
constitucionais residem apenas na teoria. De maneira análoga, a cultura - direito assegurado
pela Constituição Federal de 1988 - não é usufruída por toda a população, uma vez que os impostos sobre os livros impedem a plena realização deste direito. Tais taxações fazem com que parte da sociedade seja privada da leitura por questões econômicas,além disso, os impostos sobre os livros causam desinformação e negligência o senso crítico dos brasileiros.

Diante desse cenário, evidencia-se a privação dos livros para classes mais baixas como
principal efeito da problemática. De acordo com Darcy Ribeiro, antropólogo brasileiro, afirma que o Brasil tem uma herança histórica que torna a classe dominante enferma de desigualdade e descaso. À vista disso, os impostos aplicados sobre os livros fazem com que haja uma enorme queda no número de pessoas que leem no país, uma vez que as classes mais baixas optam por não consumir livros devido aos altos preços. Dessa forma, a leitura torna-se uma atividade restrita à classe dominante, com maior poder aquisitivo, fazendo assim jus à herança que foi afirmada pelo antropólogo.

Ademais, o elevado preço dos livros causa desinformação e omissão de assuntos relevantes para o Brasil. Tendo em vista que a leitura é uma forma de cultura, Herbert José de Sousa, sociólogo e ativista brasileiro, expõe que um país não muda pela economia e política, e sim por sua cultura. Associadamente, os livros têm um poder enorme de influência, pois lendo as pessoas podem ter noção do que acontece dentro de uma sociedade em seus aspectos políticos e aspectos sociais como as diferentes culturas, podendo, dessa maneira, mudar o quadro atual. Percebe-se que,aumentar as taxas aos livros é impor às pessoas a viver sem saber o que acontece no próprio país,no que lhe concerne, não muda e abandona o direito dos cidadãos de ter senso crítico.

Portanto, para que os brasileiros possam ter acesso aos livros de maneira acessível terem
opiniões, urge que o Governo Federal diminua, através de reuniões entre os Ministérios, a
taxa elevada imposta aos livros, assim o país pode mudar de forma que respeite o direito
dos cidadãos, como deve acontecer em uma democracia. Seguindo esses passos, o Brasil
pode deixar a herança histórica repleta de desigualdade e descaso, como propõe Darcy
Ribeiro.


me ajudem nessa,por favor
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: 173

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 1, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante demonstra excelente domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa e de escolha de registro. Desvios gramaticais ou de convenções da escrita, neste nível, são aceitos somente como excepcionalidade e quando não caracterizam reincidência.

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 2, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. O participante desenvolve o tema por meio de argumentação consistente, a partir de um repertório sociocultural produtivo e apresenta excelente domínio do texto dissertativo-argumentativo, ou seja, em seu texto, o tema é desenvolvido de modo consistente e autoral, por meio do acesso a outras áreas do conhecimento, com progressão fluente e articulada ao projeto do texto.

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: 180

Você atingiu aproximadamente 90% da pontuação prevista para a Competência 3, atendendo parcialmente aos critérios definidos a seguir. Em defesa de um ponto de vista, o texto apresenta informações, fatos e opiniões relacionados ao tema proposto, de forma consistente e organizada, configurando autoria, ou seja, os argumentos selecionados estão organizados e relacionados de forma consistente com o ponto de vista defendido e com o tema proposto, configurando-se independência de pensamento e autoria.

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: 193

Você atingiu aproximadamente 100% da pontuação prevista para a Competência 4, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante articula bem as ideias, os argumentos, as partes do texto e apresenta repertório diversificado de recursos coesivos, sem inadequações.

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: 160

Você atingiu aproximadamente 80% da pontuação prevista para a Competência 5, atendendo aos critérios definidos a seguir. O participante elabora bem proposta de intervenção relacionada ao tema, decorrente da discussão desenvolvida no texto, articulada e abrangente, ainda que sem suficiente detalhamento.

#60974
@Iswbraga

No livro “O cidadão de Papel”, o jornalista Gilberto Dimenstein afirma que os direitos
constitucionais residem apenas na teoria. De maneira análoga, a cultura - direito assegurado
pela Constituição Federal de 1988 - não é usufruída por toda a população, uma vez que os impostos sobre os livros impedem a plena realização deste direito. Tais taxações fazem com que parte da sociedade seja privada da leitura por questões econômicas,além disso, os impostos sobre os livros causam desinformação e negligência (acredito que seria "negligencia") o senso crítico dos brasileiros.
Boa introdução. Possui repertório, apresenta o tema, problematiza e tem uma tese explícita.

Diante desse cenário, evidencia-se a privação dos livros para classes mais baixas como
principal efeito da problemática. De acordo com Darcy Ribeiro, antropólogo brasileiro, afirma que o Brasil tem uma herança histórica que torna a classe dominante enferma de desigualdade e descaso. À vista disso, os impostos aplicados sobre os livros fazem com que haja uma enorme queda no número de pessoas que leem no país, uma vez que as classes mais baixas optam por não consumir livros devido aos altos preços. Dessa forma, a leitura torna-se uma atividade restrita à classe dominante, com maior poder aquisitivo, fazendo assim jus à herança que foi afirmada pelo antropólogo.
Ótimo, muito bom mesmo. Só pensei que aqui seria falado sobre a desinformação já que é o primeiro argumento apresentado na introdução!

Ademais, o elevado preço dos livros causa desinformação e omissão de assuntos relevantes para o Brasil. Tendo em vista que a leitura é uma forma de cultura, Herbert José de Sousa, sociólogo e ativista brasileiro, expõe que um país não muda pela economia e política, e sim por sua cultura. Associadamente, os livros têm um poder enorme de influência, pois lendo as pessoas podem ter noção do que acontece dentro de uma sociedade em seus aspectos políticos e aspectos sociais como as diferentes culturas, podendo, dessa maneira, mudar o quadro atual. Percebe-se que,aumentar as taxas aos livros é impor às pessoas a viver sem saber o que acontece no próprio país,no que lhe concerne, não muda (aqui ficou um pouco sem sentido) e abandona o direito dos cidadãos de ter senso crítico.
Digo o mesmo do parágrafo anterior, muito bom. Só que aqui no caso seria sobre a falta de censo crítico que isso ocasionaria, ou seja, seu segundo argumento. Vi que você colocou os dois nesse D2, não sei se é prejudicial em algo, mas tente colocar cada argumento em um desenvolvimento.

Portanto, para que os brasileiros possam ter acesso aos livros de maneira acessível terem
opiniões
(pouco sem sentido), urge que o Governo Federal diminua (agente), através de reuniões entre os Ministérios (meio/modo) - prefira usar "por meio de" -, a
taxa elevada imposta aos livros (ação), assim o país pode mudar de forma que respeite o direito
dos cidadãos, como deve acontecer em uma democracia. Seguindo esses passos, o Brasil
pode deixar a herança histórica repleta de desigualdade e descaso, como propõe Darcy
Ribeiro (efeito).
Não consegui identificar o detalhamento muito bem, tente evidenciá-lo mais. De resto, ok.

Ótimo texto, continue nesse caminho!
#60979
Ashiley escreveu:@Iswbraga

No livro “O cidadão de Papel”, o jornalista Gilberto Dimenstein afirma que os direitos
constitucionais residem apenas na teoria. De maneira análoga, a cultura - direito assegurado
pela Constituição Federal de 1988 - não é usufruída por toda a população, uma vez que os impostos sobre os livros impedem a plena realização deste direito. Tais taxações fazem com que parte da sociedade seja privada da leitura por questões econômicas,além disso, os impostos sobre os livros causam desinformação e negligência (acredito que seria "negligencia") o senso crítico dos brasileiros.
Boa introdução. Possui repertório, apresenta o tema, problematiza e tem uma tese explícita.

Diante desse cenário, evidencia-se a privação dos livros para classes mais baixas como
principal efeito da problemática. De acordo com Darcy Ribeiro, antropólogo brasileiro, afirma que o Brasil tem uma herança histórica que torna a classe dominante enferma de desigualdade e descaso. À vista disso, os impostos aplicados sobre os livros fazem com que haja uma enorme queda no número de pessoas que leem no país, uma vez que as classes mais baixas optam por não consumir livros devido aos altos preços. Dessa forma, a leitura torna-se uma atividade restrita à classe dominante, com maior poder aquisitivo, fazendo assim jus à herança que foi afirmada pelo antropólogo.
Ótimo, muito bom mesmo. Só pensei que aqui seria falado sobre a desinformação já que é o primeiro argumento apresentado na introdução!

Ademais, o elevado preço dos livros causa desinformação e omissão de assuntos relevantes para o Brasil. Tendo em vista que a leitura é uma forma de cultura, Herbert José de Sousa, sociólogo e ativista brasileiro, expõe que um país não muda pela economia e política, e sim por sua cultura. Associadamente, os livros têm um poder enorme de influência, pois lendo as pessoas podem ter noção do que acontece dentro de uma sociedade em seus aspectos políticos e aspectos sociais como as diferentes culturas, podendo, dessa maneira, mudar o quadro atual. Percebe-se que,aumentar as taxas aos livros é impor às pessoas a viver sem saber o que acontece no próprio país,no que lhe concerne, não muda (aqui ficou um pouco sem sentido) e abandona o direito dos cidadãos de ter senso crítico.
Digo o mesmo do parágrafo anterior, muito bom. Só que aqui no caso seria sobre a falta de censo crítico que isso ocasionaria, ou seja, seu segundo argumento. Vi que você colocou os dois nesse D2, não sei se é prejudicial em algo, mas tente colocar cada argumento em um desenvolvimento.

Portanto, para que os brasileiros possam ter acesso aos livros de maneira acessível terem
opiniões
(pouco sem sentido), urge que o Governo Federal diminua (agente), através de reuniões entre os Ministérios (meio/modo) - prefira usar "por meio de" -, a
taxa elevada imposta aos livros (ação), assim o país pode mudar de forma que respeite o direito
dos cidadãos, como deve acontecer em uma democracia. Seguindo esses passos, o Brasil
pode deixar a herança histórica repleta de desigualdade e descaso, como propõe Darcy
Ribeiro (efeito).
Não consegui identificar o detalhamento muito bem, tente evidenciá-lo mais. De resto, ok.

Ótimo texto, continue nesse caminho!
MUITO OBRIGADA PELA CORREÇÃO, VOU TENTAR SER MAIS CLARA NA INTRODUÇÃO, NO D1 EU PRETENDIA FALAR SOBRE A QUESTÃO ECONÔMICA QUE FALEI NA INTRODUÇÃO E NO D2 A FALTA DE INFORMÇÃO E SENSO CRÍTICO, SÓ QUE NÃO FICOU MUITO CLARO. O TEXTO REALMENTE TEM UMAS INCOERÊNCIA E PROCURAREI MELHORAR, MUITO OBRIGADA DE VERDADE PELA CORREÇÃO DETALHADA.
QUERIA SABER COMO FAÇO PARA DETALHAR MELHOR, É A MINHA PRINCIPAL DIFICULDADE NA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO
#60988
Iswbraga escreveu:
Ashiley escreveu:@Iswbraga

No livro “O cidadão de Papel”, o jornalista Gilberto Dimenstein afirma que os direitos
constitucionais residem apenas na teoria. De maneira análoga, a cultura - direito assegurado
pela Constituição Federal de 1988 - não é usufruída por toda a população, uma vez que os impostos sobre os livros impedem a plena realização deste direito. Tais taxações fazem com que parte da sociedade seja privada da leitura por questões econômicas,além disso, os impostos sobre os livros causam desinformação e negligência (acredito que seria "negligencia") o senso crítico dos brasileiros.
Boa introdução. Possui repertório, apresenta o tema, problematiza e tem uma tese explícita.

Diante desse cenário, evidencia-se a privação dos livros para classes mais baixas como
principal efeito da problemática. De acordo com Darcy Ribeiro, antropólogo brasileiro, afirma que o Brasil tem uma herança histórica que torna a classe dominante enferma de desigualdade e descaso. À vista disso, os impostos aplicados sobre os livros fazem com que haja uma enorme queda no número de pessoas que leem no país, uma vez que as classes mais baixas optam por não consumir livros devido aos altos preços. Dessa forma, a leitura torna-se uma atividade restrita à classe dominante, com maior poder aquisitivo, fazendo assim jus à herança que foi afirmada pelo antropólogo.
Ótimo, muito bom mesmo. Só pensei que aqui seria falado sobre a desinformação já que é o primeiro argumento apresentado na introdução!

Ademais, o elevado preço dos livros causa desinformação e omissão de assuntos relevantes para o Brasil. Tendo em vista que a leitura é uma forma de cultura, Herbert José de Sousa, sociólogo e ativista brasileiro, expõe que um país não muda pela economia e política, e sim por sua cultura. Associadamente, os livros têm um poder enorme de influência, pois lendo as pessoas podem ter noção do que acontece dentro de uma sociedade em seus aspectos políticos e aspectos sociais como as diferentes culturas, podendo, dessa maneira, mudar o quadro atual. Percebe-se que,aumentar as taxas aos livros é impor às pessoas a viver sem saber o que acontece no próprio país,no que lhe concerne, não muda (aqui ficou um pouco sem sentido) e abandona o direito dos cidadãos de ter senso crítico.
Digo o mesmo do parágrafo anterior, muito bom. Só que aqui no caso seria sobre a falta de censo crítico que isso ocasionaria, ou seja, seu segundo argumento. Vi que você colocou os dois nesse D2, não sei se é prejudicial em algo, mas tente colocar cada argumento em um desenvolvimento.

Portanto, para que os brasileiros possam ter acesso aos livros de maneira acessível terem
opiniões
(pouco sem sentido), urge que o Governo Federal diminua (agente), através de reuniões entre os Ministérios (meio/modo) - prefira usar "por meio de" -, a
taxa elevada imposta aos livros (ação), assim o país pode mudar de forma que respeite o direito
dos cidadãos, como deve acontecer em uma democracia. Seguindo esses passos, o Brasil
pode deixar a herança histórica repleta de desigualdade e descaso, como propõe Darcy
Ribeiro (efeito).
Não consegui identificar o detalhamento muito bem, tente evidenciá-lo mais. De resto, ok.

Ótimo texto, continue nesse caminho!
MUITO OBRIGADA PELA CORREÇÃO, VOU TENTAR SER MAIS CLARA NA INTRODUÇÃO, NO D1 EU PRETENDIA FALAR SOBRE A QUESTÃO ECONÔMICA QUE FALEI NA INTRODUÇÃO E NO D2 A FALTA DE INFORMÇÃO E SENSO CRÍTICO, SÓ QUE NÃO FICOU MUITO CLARO. O TEXTO REALMENTE TEM UMAS INCOERÊNCIA E PROCURAREI MELHORAR, MUITO OBRIGADA DE VERDADE PELA CORREÇÃO DETALHADA.
QUERIA SABER COMO FAÇO PARA DETALHAR MELHOR, É A MINHA PRINCIPAL DIFICULDADE NA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO
Detalhar é dar uma informação a mais sobre algum dos 5 elementos. A meu ver, é mais fácil detalhar o agente, por exemplo: "As ONGS - organizações não governamentais que se solidarizam com causas da sociedade - devem..." ou a ação, por exemplo: " Realizar palestras três vezes por semana, tendo como público-alvo crianças e adolescentes..."
#61040
Ashiley escreveu:
Iswbraga escreveu:
Ashiley escreveu:@Iswbraga

No livro “O cidadão de Papel”, o jornalista Gilberto Dimenstein afirma que os direitos
constitucionais residem apenas na teoria. De maneira análoga, a cultura - direito assegurado
pela Constituição Federal de 1988 - não é usufruída por toda a população, uma vez que os impostos sobre os livros impedem a plena realização deste direito. Tais taxações fazem com que parte da sociedade seja privada da leitura por questões econômicas,além disso, os impostos sobre os livros causam desinformação e negligência (acredito que seria "negligencia") o senso crítico dos brasileiros.
Boa introdução. Possui repertório, apresenta o tema, problematiza e tem uma tese explícita.

Diante desse cenário, evidencia-se a privação dos livros para classes mais baixas como
principal efeito da problemática. De acordo com Darcy Ribeiro, antropólogo brasileiro, afirma que o Brasil tem uma herança histórica que torna a classe dominante enferma de desigualdade e descaso. À vista disso, os impostos aplicados sobre os livros fazem com que haja uma enorme queda no número de pessoas que leem no país, uma vez que as classes mais baixas optam por não consumir livros devido aos altos preços. Dessa forma, a leitura torna-se uma atividade restrita à classe dominante, com maior poder aquisitivo, fazendo assim jus à herança que foi afirmada pelo antropólogo.
Ótimo, muito bom mesmo. Só pensei que aqui seria falado sobre a desinformação já que é o primeiro argumento apresentado na introdução!

Ademais, o elevado preço dos livros causa desinformação e omissão de assuntos relevantes para o Brasil. Tendo em vista que a leitura é uma forma de cultura, Herbert José de Sousa, sociólogo e ativista brasileiro, expõe que um país não muda pela economia e política, e sim por sua cultura. Associadamente, os livros têm um poder enorme de influência, pois lendo as pessoas podem ter noção do que acontece dentro de uma sociedade em seus aspectos políticos e aspectos sociais como as diferentes culturas, podendo, dessa maneira, mudar o quadro atual. Percebe-se que,aumentar as taxas aos livros é impor às pessoas a viver sem saber o que acontece no próprio país,no que lhe concerne, não muda (aqui ficou um pouco sem sentido) e abandona o direito dos cidadãos de ter senso crítico.
Digo o mesmo do parágrafo anterior, muito bom. Só que aqui no caso seria sobre a falta de censo crítico que isso ocasionaria, ou seja, seu segundo argumento. Vi que você colocou os dois nesse D2, não sei se é prejudicial em algo, mas tente colocar cada argumento em um desenvolvimento.

Portanto, para que os brasileiros possam ter acesso aos livros de maneira acessível terem
opiniões
(pouco sem sentido), urge que o Governo Federal diminua (agente), através de reuniões entre os Ministérios (meio/modo) - prefira usar "por meio de" -, a
taxa elevada imposta aos livros (ação), assim o país pode mudar de forma que respeite o direito
dos cidadãos, como deve acontecer em uma democracia. Seguindo esses passos, o Brasil
pode deixar a herança histórica repleta de desigualdade e descaso, como propõe Darcy
Ribeiro (efeito).
Não consegui identificar o detalhamento muito bem, tente evidenciá-lo mais. De resto, ok.

Ótimo texto, continue nesse caminho!
MUITO OBRIGADA PELA CORREÇÃO, VOU TENTAR SER MAIS CLARA NA INTRODUÇÃO, NO D1 EU PRETENDIA FALAR SOBRE A QUESTÃO ECONÔMICA QUE FALEI NA INTRODUÇÃO E NO D2 A FALTA DE INFORMÇÃO E SENSO CRÍTICO, SÓ QUE NÃO FICOU MUITO CLARO. O TEXTO REALMENTE TEM UMAS INCOERÊNCIA E PROCURAREI MELHORAR, MUITO OBRIGADA DE VERDADE PELA CORREÇÃO DETALHADA.
QUERIA SABER COMO FAÇO PARA DETALHAR MELHOR, É A MINHA PRINCIPAL DIFICULDADE NA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO
Detalhar é dar uma informação a mais sobre algum dos 5 elementos. A meu ver, é mais fácil detalhar o agente, por exemplo: "As ONGS - organizações não governamentais que se solidarizam com causas da sociedade - devem..." ou a ação, por exemplo: " Realizar palestras três vezes por semana, tendo como público-alvo crianças e adolescentes..."

Nossa, muito obrigada, tinha muita dificuldade nessa parte
#61047
Iswbraga escreveu:
Ashiley escreveu:
Iswbraga escreveu: MUITO OBRIGADA PELA CORREÇÃO, VOU TENTAR SER MAIS CLARA NA INTRODUÇÃO, NO D1 EU PRETENDIA FALAR SOBRE A QUESTÃO ECONÔMICA QUE FALEI NA INTRODUÇÃO E NO D2 A FALTA DE INFORMÇÃO E SENSO CRÍTICO, SÓ QUE NÃO FICOU MUITO CLARO. O TEXTO REALMENTE TEM UMAS INCOERÊNCIA E PROCURAREI MELHORAR, MUITO OBRIGADA DE VERDADE PELA CORREÇÃO DETALHADA.
QUERIA SABER COMO FAÇO PARA DETALHAR MELHOR, É A MINHA PRINCIPAL DIFICULDADE NA PROPOSTA DE INTERVENÇÃO
Detalhar é dar uma informação a mais sobre algum dos 5 elementos. A meu ver, é mais fácil detalhar o agente, por exemplo: "As ONGS - organizações não governamentais que se solidarizam com causas da sociedade - devem..." ou a ação, por exemplo: " Realizar palestras três vezes por semana, tendo como público-alvo crianças e adolescentes..."

Nossa, muito obrigada, tinha muita dificuldade nessa parte
Por nada :D
Alienação parental no Brasil

A Declaração Universal dos Direitos […]

hel0oooo , Siiiiim você lembrou kkkkkkkkkkk[…]

Ei , Dante ! legenda: (substituiç&[…]

cassiahso , nossa...MUITO OBRIGADAAA❤❤❤❤❤

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