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“A tecnologia move o mundo”, frase do grande revolucionário Steve Jobs, retrata a presença tecnológica nas constantes mudanças do nosso planeta. É possível perceber essa realidade na educação, por exemplo. Um dos frutos do desenvolvimento tecnológico atrelado à atual necessidade humana, é o ensino à distância. Dessa forma, é necessário entender a acessibilidade e as limitações que o EAD fornece para a educação.
De acordo com Alessandra Brito, analista do IBGE (2020), cerca de 83% dos alunos da rede pública e 98% da rede privada estão conectados à internet. Tal verdade se estende ao impulsionamento do ensino à distância, fato que se ampliou por causa da pandemia. Atualmente, a maioria dos discentes tiveram, ou têm, um contato com o EAD, permitindo novas descobertas e o acesso ao mundo exterior sem sair do lugar. Dessa maneira, a amplitude ao ensino-aprendizado ganhou grandes proporções, pois, conhecimentos que antes não poderiam ser aplicados por cofatores, agora, se dispuseram à acessibilidade, por meio da internet.
Apesar do ensino à distância ampliar a afluência para a educação, existem outros aspectos que são muito debatidos entre os educadores, e até entre os próprios alunos, que implicam na construção intelectual, pessoal e profissional destes. Três grandes exemplos são: estímulo ao anti-socialismo, falta de estrutura familiar e econômica, e o incitamento à zona de conforto. Estudos realizados no ano de 2020 apontam que, alunos mais tímidos se desenvolvem melhor nas atividades individuais do que nos trabalhos em grupo. Além disso, alguns pesquisadores alertam sobre a evasão do conhecimento que cresceu pelo favorecimento à “pesca” (ou a famosa “cola”). Infelizmente, muitas das vezes, a incompreensão familiar e a situação econômica também são problemas enfrentados pelos alunos.
Portanto, o ensino à distância é uma grande realidade brasileira, e em pleno século XXI, é uma loucura não debatermos sobre temas como este. Logo, é de responsabilidade do Ministério da Educação, aplicar orientações e soluções para toda a comunidade escolar, e alternativas hábeis para aqueles que são prejudicados pelo distanciamento. Por intermédio, da criação de programas institucionais/educacionais, os quais seriam divididos em duas etapas: encontro presencial – auxílio para problemas psicológicos; e transmissão educacional – através de canal aberto da rede de televisão ou nas redes sociais. Para que dessa forma, haja maneiras mais concretas e fiéis de erguer a educação e contemplar as necessidades previstas.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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Doença mental

Deivid16 , Gi69

“A essência dos direitos humanos &eac[…]

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Iurymed , ei!! Claro! Posso sim. Em breve, ok[…]

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