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#41640
A promulgação da Constituição de 1988 oficializou o fim de duas décadas de forte repressão pela ditadura militar. Pautada na Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Carta Magna brasileira assegura amplos direitos para os cidadãos, o que inclui os direitos da juventude. Contudo, na prática, o que se observa é um gigantesco número desses indivíduos em situação de grave vulnerabilidade social. Nesse contexto, é possível inferir que a precária condição dessas pessoas se deve, principalmente, às ineficientes políticas públicas.
Em primeiro lugar, a qualidade da educação pública é um enorme desafio para juventude. O Brasil ocupou a 60° posição, entre 76 nações, numa avaliação de 2017 da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) sobre qualidade educacional. O mau desempenho do país revela ser crítica a situação dos estudantes brasileiros pois, segundo o iluminista immanuel Kant, o homem é o que a educação faz dele. Nesse contexto, sujeitos a uma educação de má qualidade, milhões de jovens são privados de conquistar vagas em universidades e empregos de qualidade, o que gera mão de obra pouco qualificada que, muitas vezes, flui para informalidade, ou, ainda, é drenada pelo crime.
Ademais, a escassa presença do Estado em certas localidades expõe os jovens a ainda mais vulnerabilidade. A falta de infraestrutura e assistencialismo em zonas periféricas expõe a população dessas áreas à falta de atendimento médico, de saneamento básico e de segurança, representando uma violação diária a direitos humanos básicos. Dessa maneira, a juventude sujeita a tais condições se desenvolve acostumada com o desrespeito contínuo à sua dignidade e passa a encarar isso como algo comum, o que promove uma verdadeira banalização do mal, conforme observado pela filósofa Hannah Arendt.
Em suma, cabe ao Ministério da Educação, através de maiores investimentos e de novas políticas educacionais, reformar a educação brasileira, principalmente a básica, a fim de que seja oferecida uma nova perspectiva de inclusão aos jovens que dependem da educação pública. Além disso, é necessário que o Ministério da Infraestrutura deixe de satisfazer apenas as necessidades para a promoção do desenvolvimento econômico das áreas centrais e busque também garantir uma maior qualidade de vida às populações menos assistidas. Desse modo, é esperado que sejam garantidos direitos básicos essenciais para o desenvolvimento pleno daqueles que serão os adultos do futuro.

Desde já obrigado.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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