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#48828
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 5º, o direito pleno como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática, quando se observa as dificuldades no processo de adoção de crianças e adolescentes, o que dificulta, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Essa problemática é fruto tanto da negligência por parte do Governo, como também da população. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em primeira análise, deve-se ressaltar que é dever do Governo fornecer saúde, educação e lazer às crianças e adolescentes. No entanto, essa prática não é efetiva entre esses indivíduos que estão na fila de adoção, já que muitos deles não têm ensino eficaz, sofrem de carência afetiva e maus-tratos. Sob essa ótica, a falta de incentivo do Poder Público para diminuir a espera dessas pessoas encontrarem uma família, impulsiona cada vez mais as adversidades vivenciadas por esses jovens, o que prejudica, então, atividades comuns em suas vidas pessoais, como a dificuldade na construção de relacionamentos. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o bem comum, o que, infelizmente, é evidente no País.

Ademais, é fundamental pontuar o preconceito e a falta de empatia entre os adotantes como impulsionador das dificuldades de adoção no Brasil, uma vez que a maioria dos pretendentes a adotar, prefere bebês brancos e sem deficiência física ou mental. Nesse sentido, segundo dados do Cadastro Nacional de Adoção, mais de 35 mil pessoas estão na fila de adoção no Brasil e 6,5 mil jovens esperam por uma família. Com isso, a frase do físico Albert Einstein “é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito enraizado na sociedade”, está diretamente ligada a tal atitude dos adotantes, visto que, muitas vezes, a intolerância se mostra despercebida na justificativa de adotar um filho mais parecido com os pais, no caso, sendo branco e sem deficiência, pois representa a maioria dos candidatos a adotar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Poder Judiciário revise as leis a respeito do processo de adoção, de modo que venha a ocorrer de maneira mais ágil e menos burocrática, a fim de torná-la mais agradável à família. Paralelamente, é imperativo que a mídia, por meio de subsídios governamentais, suscite a importância da adoção e sensibilidade da população, através de obras de engajamento ficcional, como novelas, filmes e séries, com o fito de inibir o preconceito enraizado na sociedade e promover mais perfilhações sem segregação social ou comportamental. Assim, se consolidará uma sociedade mais justa, onde o Estado desempenha corretamente seu “Contrato Social”, tal como afirma Jhon Locke.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#48895
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 5º, o direito pleno como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática, quando se observa as dificuldades no processo de adoção de crianças e adolescentes, o que dificulta, deste modo, a universalização desse direito social tão importante. Essa problemática é fruto tanto da negligência por parte do Governo, como também da população. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.
* introdução padrão

Em primeira análise, deve-se ressaltar que é dever do Governo fornecer saúde, educação e lazer às crianças e adolescentes. No entanto, essa prática não é efetiva entre esses indivíduos que estão na fila de adoção, já que muitos deles não têm ensino eficaz, sofrem de carência afetiva e maus-tratos. Sob essa ótica, a falta de incentivo do Poder Público para diminuir a espera dessas pessoas encontrarem uma família, impulsiona cada vez mais as adversidades vivenciadas por esses jovens, o que prejudica, então, atividades comuns em suas vidas pessoais, como a dificuldade na construção de relacionamentos. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o bem comum, o que, infelizmente, é evidente no País.

Ademais, é fundamental pontuar o preconceito e a falta de empatia entre os adotantes como impulsionador das dificuldades de adoção no Brasil, uma vez que a maioria dos pretendentes a adotar, prefere bebês brancos e sem deficiência física ou mental. Nesse sentido, segundo dados do Cadastro Nacional de Adoção, mais de 35 mil pessoas estão na fila de adoção no Brasil e 6,5 mil jovens esperam por uma família. Com isso, a frase do físico Albert Einstein, “é mais fácil desintegrar um átomo do que um preconceito enraizado na sociedade”, está diretamente ligada a tal atitude dos adotantes, visto que, muitas vezes, a intolerância se mostra despercebida na justificativa de adotar um filho mais parecido com os pais, no caso, sendo branco e sem deficiência, pois representa a maioria dos candidatos a adotar.
* Não precisa apresentar dois repertórios, foque em argumentar em cima do que você apresenta. Muito repertório (dados/citação) tira a sua oportunidade de defender seu ponto de vista e gasta muitas linhas também

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Poder Judiciário revise as leis a respeito do processo de adoção, de modo que venha a ocorrer de maneira mais ágil e menos burocrática, a fim de torná-la mais agradável à família. Paralelamente, é imperativo que a mídia, por meio de subsídios governamentais, suscite a importância da adoção e sensibilidade da população, através de obras de engajamento ficcional, como novelas, filmes e séries, com o fito de inibir o preconceito enraizado na sociedade e promover mais perfilhações sem segregação social ou comportamental. Assim, se consolidará uma sociedade mais justa, onde o Estado desempenha corretamente seu “Contrato Social”, tal como afirma Jhon Locke.
* Não precisa apresentar uma intervenção completa, a sua conclusão ficou bem extensa por isso. Aqui você só precisa concluir o tema e apresentar uma solução concreta, não precisa de todos os elementos da intervenção

Espero ter ajudado! ;)
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