Envie sua redação para correção!
Regras do fórum: ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
🚫 Postar a mesma redação mais de uma vez = ban (não avisarei mais) 🚫
🚫 Não coloque avisos de "corrijam minha redação" na parte do tema 🚫
#50314
Em “Usagi Drop”, uma animação japonesa lançada em 2011, acompanhamos a vida de uma jovem garota que sofreu com muitas dificuldades até ser adotada, passando então a morar com seu novo pai após diversas rejeições e complicações. Não distante da ficção, no Brasil, a questão da adoção ainda é muito burocrática e rodeada de problemas, até porque, além de serem precárias as políticas de adoção no país, o perfil da maior parte das crianças disponíveis não bate com o que os possíveis novos pais buscam.

Em primeira instância, vale ressaltar que, segundo dados de 2015 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a maior parte das pessoas que buscam adotar crianças possui preferência por aquelas que não têm ainda um ano de idade, entretanto, apenas cerca de 3% dos indivíduos para adoção estão nesse padrão. Há, de certa forma, um pensamento retrógrado na sociedade de que crianças mais velhas ou adolescentes já possuem suas identidades e valores totalmente formados, sendo então mais difícil a questão da socialização ou de intimidade com eles. Sem contar também os vários outros padrões impostos nesse sentido, havendo a preferência por crianças brancas e que não sejam portadoras de alguma deficiência, por exemplo.

Outrossim, é válido citar que o próprio processo de adoção é algo extremamente burocrático e cansativo. Muitos pais desistem de completá-lo na metade do caminho ou até mesmo chegam a devolver as crianças aos orfanatos novamente pouco tempo após adotá-las, como também afirma o CNJ. Além de afetar o psicológico de cada indivíduo que fica sem uma família no final, o número de jovens a serem adotados apenas cresce, aumentando a quantidade de pessoas que depois se tornarão adultos que não desenvolveram laços afetivos na infância.

Diante disso, fica evidente a necessidade de uma intervenção na questão das políticas de adoção no Brasil. Por isso, cabe ao Governo Federal, através de parcerias com a mídia, a criação de campanhas publicitárias que incentivem a “adoção tardia”, visando influenciar as pessoas a adotarem jovens mais velhos e não apenas crianças. Assim como a garota de “Usagi Drop”, cada indivíduo em um orfanato merece ter uma família e viver com dignidade.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

A situação educacional brasileira e[…]

GlendaMorais Ashiley Jeniffeeee oii galera! […]

A Pandemia afetou significativamente o psicol&oacu[…]

Corrija seu texto agora mesmo, é de GRAÇA!

Novo aplicativo de correção gratuita para redação ENEM