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#76994
Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita,na
qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se
observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que o a diferença salarial entre homens e mulheres apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Sobre esse prisma, é fulcral pontuar que as desigualdades salariais entre homens e mulheres deriva de uma ideologia machista e patriarcal ainda presente em nossa sociedade. Desse modo, Aristóteles afirma que a mulher deveria ser submissa ao homem e tal submissão é um fator natural do gênero humano, não podendo ser modificada sob pena de alterar-se a natureza. Infelizmente, esse preconceito formulado desde a antiguidade, traz efeitos devastadores, hodiernamente, pois as mulheres continuam ainda sendo associadas ao sexo a um sexo frágil e inferiores aos homens, o que é :idea: expresso na diferença salarial. Logo, a desvalorização da mão de obra trabalhistas feminina é um fator que deve ser analisado com mais ênfase pelas entidades governamentais.
Ademais a displicência estatal é um fator crucial para continuidade da. Nesse viés, conforme o artigo 5° da Constituição Federal- promulgada em 1988- todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Entretanto, o que foi assegurado na Constituição Cidadã não tem se reverberado com ênfase na prática, tendo em vista a extrema desigualdade salarial em nosso tecido social em decorrência da falta de medidas legislativas e de fiscalizações nas empresas. Desse modo faz-se mister a reformulação dessa postura governamental de forma urgente.
Destarte, com intuito de mitigar a desigualdade salarial, necessita-se, urgentemente, que o Governo Federal-como Instância máxima da administração executiva- atua em favor da população, por meio da massificação das fiscalizações em empresas e em pequenos empreendimentos para que haja a efetivação do que foi assegurado na Carta Magna, com a finalidade de não haja mais disparidades salariais. Além disso, deve haver criação de leis que possam multar empreendimentos que tenho desproporção dos salarios entre homens e mulheres. Dessa maneira, será possível alcançar a Utopia proposta por More.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

#77002
Larasaaaa escreveu:Na obra “Utopia”, do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita,na
qual o corpo social padroniza-se pela ausência de conflitos e problemas. No entanto, o que se
observa na realidade contemporânea é o oposto do que o autor prega, uma vez que a diferença salarial entre homens e mulheres apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização dos planos de More. Diante disso, torna-se fundamental a discussão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Sobre esse prisma, é fulcral pontuar que as desigualdades salariais entre homens e mulheres deriva de uma ideologia machista e patriarcal ainda presente em nossa sociedade. Desse modo, Aristóteles afirma que a mulher deveria ser submissa ao homem e tal submissão é um fator natural do gênero humano, não podendo ser modificada sob pena de alterar-se a natureza. Infelizmente, esse preconceito formulado desde a antiguidade, traz efeitos devastadores hodiernamente, pois as mulheres continuam ainda sendo associadas a um sexo frágil e inferiores aos homens, o que é expresso na diferença salarial. Logo, a desvalorização da mão de obra trabalhistas feminina é um fator que deve ser analisado com mais ênfase pelas entidades governamentais.
Ademais, a displicência estatal é um fator crucial para continuidade dessa problemática. Nesse viés, conforme o artigo 5° da Constituição Federal- promulgada em 1988- todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza. Entretanto, o que foi assegurado na Constituição Cidadã não tem se reverberado com ênfase na prática, tendo em vista a extrema desigualdade salarial em nosso tecido social em decorrência da falta de medidas legislativas e de fiscalizações nas empresas. Desse modo faz-se mister a reformulação dessa postura governamental de forma urgente.
Destarte, com intuito de mitigar a desigualdade salarial, necessita-se, urgentemente, que o Governo Federal-como Instância máxima da administração executiva- atue em favor da população, por meio da massificação das fiscalizações em empresas e em pequenos empreendimentos para que haja a efetivação do que foi assegurado na Carta Magna, com a finalidade de não haja mais disparidades salariais. Além disso, deve haver criação de leis que possam multar empreendimentos que tenha desproporção dos salários entre homens e mulheres. Dessa maneira, será possível alcançar a Utopia proposta por More.

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