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A pandemia da covid-19 devastou a população mundial e modificou a vida dos cidadãos em vários aspectos: em suas relações sociais, na saúde e na economia. Diante da gradativa normalização do Brasil e diminuição das medidas restritivas, é possível notar consequências, além de muitas mortes evitáveis, há o desemprego e a crescente informalização. Posto isso, é válido analisar e buscar soluções para os impasses, e visar eficaz retomada econômica e diminuição na taxa de desemprego.
Em número de desemprego, segundo o IBGE, os setores ligados aos serviços são os que mais empregam, e, consequentemente, foram os mais afetados. O valor corresponde a 68% dos 34,03 milhões de desempregados em 2020 devido, em grande parte, a falta de investimento em infraestrutura econômica. Com a progressiva retomada em pandemia, a economia começa a recuperar-se, porém, alguns fatores ainda incham as estatísticas em relação ao desemprego, como a informalização.
O trabalho formal caracteriza-se pelo contrato e registro na carteira profissional e por seguir a CLT (Consolidação de Leis Trabalhistas), por outro lado, os trabalhadores informais não contam com tal seguro e tornaram-se os mais vulneráveis à crise. Assim, os quase nove milhões de brasileiros desempregados no segundo trimestre de 2020 foram de postos informais. Como resultado, os mesmos, por serem informais, não tiveram direito ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), ao seguro-desemprego, ao acerto pelo tempo de trabalho, às férias remuneradas, 13º salário, ou qualquer outro direito assegurado pela carteira de trabalho.
Com o dizer de Gabriel o Pensador, "é necessário mudar o presente, para mudar o futuro", elucida-se que para combater a recessão econômica brasileira, gerada pela pandemia da covid-19, é fundamental a ação do Estado. Com um olhar mais ao trabalho e menos ao emprego, o Ministério da Economia deverá coordenar a migração de relações trabalhistas informais à relação formal. Além de criar políticas públicas, por meio de incentivos fiscais que reduziram custos das empresas, no intuito de auxiliar perante a crise e promover estabilidade econômica.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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