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Por Anapereira
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A Constituição Federal de 1988 declara que todos têm direitos iguais à vida digna, saúde, educação e bem-estar social. Porém, isso não se encaixa aos desaparecidos no Brasil e isso fere o sistema harmônico do Estado brasileiro. Dessa forma, para mediar a conjuntura, é imprescindível enunciar os pilares da adversidade: a insciência da sociedade e a ineficácia governamental.
Diante desse cenário, é preciso explorar o quesito sociocultural e as suas implicações na temática. De acordo com Pierre Bourdieu, "não há democracia efetiva sem um verdadeiro crítico". Sob tal perspectiva, no Brasil a passividade na reflexão crítica do brasiliano sobre os desaparecidos, destoa do progresso bourdieuseano e, com efeito, forma cidadãos sem nenhum conhecimento sobre o que acontece na sua própria nação. Com isso o desinteresse em resolver a matriz do imbróglio. Consequentemente, essa ausência de autocrítica funciona como base para a intensificação dos desaparecidos que sofrem longe de suas famílias, sem dignidade, em situação de rua, fato que viola novamente a CF. Destarte, analisar criticamente as relações sociais de um povo é essencial para dirimir o revés.
Ademais, convém destacar as falhas estatais. A esse respeito, John Rawls, na teoria do Pacto Social, enfatizou o Estado como mantenedor do bem-estar social coletivo. Contudo, os impactos a pessoas sumidas contrastam com a tese do autor, uma vez que o governo do Brasil parece não se preocupar com o enredo, tendo em vista que desde 2019 até 2021 foram mais de 200 mil desaparecidos no país. Com isso é inadmissível a inoperância das esferas de poder no que tange à mitigação do viés.
Portanto, entende-se que os desaparecidos no Brasil são um obstáculo intrínseco de raízes culturais e governamentais. Logo, o Ministério das Comunicações, por intermédio de meios de alta audiência, deve trazer com mais ênfase esse problema deve discutir e elucidar o assunto, mostrando as sequelas que ficam naqueles que perdem por um momento um dos seus familiares, e apresentar uma visão crítica e orientar a sociedade a respeito do impasse discutido. Também recorrer a uma força tarefa que possa se encarregar somente dessa parte. Feitos esses pontos, com a criticidade proposta por Bourdieu e o Pacto Social de Rawls, a sociedade brasileira terá a vida digna, como prevê a Constituição Federal.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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