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Por SabrinaSouza
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A Constituição Federal de 1988, norma de maior hierarquia do sistema juridico, assegura os direitos e o bem-estar da população brasileira. Entretanto, percebe-se uma lacuna na garantia desses direitos em relação aos desafios enfrentados pela invisibilidade do trabalho de cuidado. Nesse sentido, as pessoas que mais sofrem com a desigualdade são as mulheres, visto que o trabalho de cuidado não é remunerado e é mal pago. Portanto, é lícito destacar a desigualdade social e a falta de conhecimento como principais causas.

Sob essa análise, nota-se que como consequência da desigualdade social, as pessoas mais carentes não conseguem um bom emprego e acabam aceitando trabalhar como cuidadores. De acordo com dados publicados pelo IBGE, cerca de 76% dos trabalhadores na área de cuidado são mulheres, ou seja, as mulheres acabam sofrendo mais com a má qualidade de emprego, causada pela desigualdade social.

Ademais, é fundamental apontar a falta de conhecimento como impulsionador do impasse. Segundo a repórter do G1, Paula Freitas, se as pessoas tivessem mais conhecimento sobre o quanto as pessoas que trabalham como cuidadores são essenciais para a economia do país, tanto os cuidadores de pessoas quanto os cuidadores domésticos, dariam mais valor. Dito isso, pode-se observar que a falta de conscientização pode gerar preconceito com os trabalhadores, por não saberem a importância que eles têm para a sociedade.

Portanto, é necessário que haja uma intervenção diante desse cenário. Destarte, o Governo Federal, responsável por administrar os interesses públicos, juntamente com o Ministério da Economia e a Mídia, devem promover campanhas publicitárias, fazendo anúncios de conscientização, mostrando o quanto o trabalho de cuidado é essencial, para que as pessoas possam dar mais valor aos trabalhadores, e a invisibilidade diminuam. Devem também, investir em programas que amparem as mulheres que trabalham como cuidadoras, fiscalizando se estão sendo remuneradas e bem pagas, para que assim, a desigualdade social diminua e os desafios enfrentados pela invisibilidade do trabalho de cuidado minimize, e os direitos e bem-estar defendidos na Constituição Federal possam ser válidos.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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