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Por Jusilgd
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Na obra "Utopia", do escritor inglês Thomas More, é retratada uma sociedade perfeita, na qual o corpo social se ausenta de conflitos. No entanto, o que se observa na realidade é o oposto ao que o autor prega, visto que a invisibilidade do trabalho de cuidado realizado pela mulher é uma problemática persistente no Brasil. Nesse contexto, é importante analisar a desigualdade social e a omissão da mídia como os principais fatores a serem discutidos.
De início, é imprescindível destacar que a desigualdade social é uma das principais causas do alto índice de mulheres em situação de pobreza inseridas no trabalho de cuidado. De acordo com o Artigo 1° da Declaração Universal de Direitos Humanos, "todos os seres humanos nascem livres e iguais em liberdade e em direitos". Entretanto, essa legislação não é devidamente exercida, uma vez que as mulheres de classes mais baixas compõem a maior parcela de serviço não remunerado. Além disso, em razão da falta de oportunidades igualitárias, muitas mulheres se dedicam totalmente aos afazeres domésticos, o que gera uma sobrecarga excessiva sobre as mesmas. Consequentemente, a figura feminina acaba se tornando dependente financeiramente do marido. Logo, a desigualdade social é um mal a ser corrigido.
Ademais, vale ressaltar que a apatia da mídia sobre o serviço de cuidado intensifica a invisibilidade do problema. Acerca disso, o filósofo Pierre Bourdieu alega que o ser é moldado conforme o meio em que vive. Esse preceito encaixa-se de forma negativa na sociedade brasileira, pois o mundo virtual da comunicação não exerce seu papel de promover informações de combate à sobrecarga feminina em relação ao trabalho doméstico. Dessa maneira, esse ambiente midiático apático gera impactos na sociedade, haja vista que a falta de informação contribui para a invisibilidade do trabalho de cuidado. Nessa perspectiva, sem um setor comunicacional empenhado nos assuntos sociais, o silenciamento do serviço de cuidado irá persistir no Brasil.
Portanto, torna-se evidente que a desigualdade social e a omissão midiática são obstáculos a serem combatidos. Dessa forma, para resolver esse problema, é necessário que o Congresso Nacional, órgão responsável pela elaboração de leis, crie uma legislação que promova uma alternativa para o trabalho de cuidado realizado pela mulher, por meio de reuniões com especialistas em economia. Essa medida tem o objetivo de reduzir o índice de mulheres no serviço não remunerado. Ao mesmo tempo, cabe à sociedade civil promover nas redes sociais postagens que incentivem o combate à sobrecarga feminina em função dos afazeres domésticos. Assim, a realidade retratada por Thomas More irá se aproximar do cenário brasileiro.
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COMPETÊNCIA 1: Demonstrar domínio da norma da língua escrita.
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COMPETÊNCIA 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.
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COMPETÊNCIA 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.
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COMPETÊNCIA 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.
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COMPETÊNCIA 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
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A Constituição Federal de 1988 assegura a todos os[…]

O artigo 4 da Declaração Universal dos Direitos Hu[…]

alguém poderia por favor corrigi-la? @Lauany25 @M[…]

O programa televisivo "Catalendas" con[…]

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