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A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê me seu artigo seis o direito a transporte como inerente a todo cidadão brasileiro. Entretanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa os desafios para melhorar a mobilidade urbana no Brasil. Assim, dificultando o acesso ao transporte pela falta de infraestrutura nas cidades e também afetando a saúde da população em relação à poluição gerada pelos transportes.
Ao analisar a estrutura das cidades, é notável o crescimento populacional brasileiro desproporcional ao limite suportado pelas cidades. De acordo com o relatório da Nova Agenda Urbana (NAU), adotada nas conferências das Nações Unidas para orientar a política de urbanização pelos próximos 20 anos, mostra que o número de habitantes no mundo irá dobrar. Se hoje já é encontrado dificuldades para implementar infraestrutura adequada, num futuro próximo poderá ser ainda maior. Exemplo disso é a cidade de Balneário Camboriú, em que possui arranha-céus de mais de 70 andares e sua infraestrutura é muito pequena em relação à densidade demográfica da cidade. Assim causando congestionamentos intermináveis todos os dias, dificultando a mobilidade da população.
Interligado à infraestrutura está a poluição atmosférica causada pela liberação de gás carbônico em excesso gerado pelos automóveis usados pela população. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi realizado um estudo no estado de São Paulo, em que relatou entre 2006 à 2011, 96.400 mortes causadas por doenças respiratórias ou problemas cardiovasculares ligadas à poluição do ar. Esse panorama certamente não pode ser negligenciado para que não ocorra uma crise na saúde pública brasileira.
Portanto , é evidente que a mobilidade urbana no Brasil é precária. Desse modo, a Secretaria Nacional de Mobilidade e Serviços Urbanos deve investir em transportes públicos, através de parcerias com empresas automobilísticas para que o uso de transportes particulares diminua. Assim facilitando o deslocamento da população e evitando uma crise na saúde pública brasileira ligada à poluição do ar.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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