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#58496
Desde sua descoberta em 1943, e mesmo tendo se passado décadas desde então, o autismo continua sendo em grande tabu tabu, sendo, assim, algo pouco falado e que ainda gera discussões em uma parcela considerável da sociedade. Portanto, por ser um algo pouco tratado nas escolas e na mídia, acaba sendo, muitas vezes, confundido com alguma doença mental e ,por vezes, considerado perigoso.
Em primeira análise, é necessário ressaltar que, apesar de diagnosticado primeira vez em pela 1943 pelo psiquiatra Leo Kenner e, desde então, sendo tema para pesquisas em vários campos da psicologia, psiquiatria e outras áreas focadas na psique humana, mesmo assim, ainda é algo fora do conhecimento coletivo e ,em ocasiões em que se tornando tema da discussão, o autismo costuma ser julgado como uma doença mental similar a psicopatia e erroneamente tratado com algo perigoso. Consequentemente, acaba gerando um sentimento de medo e receio de ter contato com pessoas que sofrem desse transtorno, dificultando mais ainda sua inclusão na sociedade, de forma geral.
Em segunda análise, do ponto de vista de quem sofre desse transtorno, se torna uma árdua tarefa tentar conviver em sociedade, uma vez que a falta de conhecimento das pessoas sobre o autismo, associado a algumas características do transtorno, tais como hipersensibilidade e mudança repentina de humor, acabam por dificultar ainda mais a inclusão de autistas a sociedade. Outro fator que torna a inclusão mais complicada é a necessidade de cuidados especiais que são de extrema importância para a socialização de pessoas portadoras de autismo e que ainda são pouco proporcionados a elas.
Tendo em vista o exposto, é necessário que o governo, em parceria com o ministério da educação, concientizem tanto as crianças quantos os responsáveis sobre o autismo e seus adventos através de palestras a fim de de fornecer os meios adequados para garantir a inclusão dessas pessoas.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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