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#58254
No livro “Utopia” de Thomas More, é retratado um ambiente ideal, no qual a consciência coletiva e eficiência do Estado são ferramentas cruciais para o avanço da nação. Fora da obra, é fato que a incompreensão e a deficiente inclusão de autistas na sociedade impede a concretização dos planos de More, já que representa um obstáculo para uma sociedade alienada e passiva como a brasileira. Nesse sentido, a desinformação social, faz da juntura nos meios por portadores de autismo, um aspecto a ser analisado.
Em primeiro lugar, é válido reconhecer como a exclusão de pessoas com necessidades especiais é uma ocorrência atual. Isso, infelizmente, é uma consequência direta do preconceito exacerbado. Além disso, é por causa dessa bolha sociocultural, que a alienação é formada: ao presenciar o crescimento gradativo e frequente do desamparo prestado na atuação básica de autistas na sociedade, a população tende a habituar-se a ele. De acordo com a escritora Simone Beauvoir, vive-se uma realidade firmada no senso comum, em que o conhecimento popular adquirido pela observação e repetição de questões, forma estereótipos. Paralelamente, percebe-se que o indivíduo, inserido nesse panorama é condicionado a padronizar a incapacidade vista em autistas pelo olhar do padrão social como um fato cotidiano e normal, seguindo alienado.
Por conseguinte, nota-se uma desinformação aos cuidados que devem ser tomados ao lidar com autistas. Conforme a “Atitude Blasé”– termo proposto pelo sociólogo Georg Simmel – ocorre quando o sujeito passa a agir com indiferença em meio às situações que ele deveria dar atenção. Sob esse prisma, entende -se que, ao analisar a permanência do determinismo e exclusão de pessoas desfavorecidas o ser humano inclina a adotar essa “Atitude", tornando-se passivo e inerte com a problemática.
Infere -se, portanto, que o imbróglio abordado necessita ser solucionado. Logo, a mídia, por intermédio de programas televisivos de grande audiência, irá discutir os temas relacionados ao autismo com profissionais especialistas nessa área, com o objetivo de mostrar as reais consequências do problema, apresentar visão crítica e orientar os espectadores a respeito do impasse. Essa medida ocorrerá pela elaboração de um projeto estatal, em parceria com as emissoras de televisão. Somente assim, será possível combater o problema e obter um local como na “Utopia” de More.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

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Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

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Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

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Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

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Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

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