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A Constituição Federal de 1988, em seu Art. 5°, assegura a qualquer cidadão, o direito pleno à segurança pública. No entanto, no Brasil hodierno, a Lei não é consolidada, pois, nas favelas brasileiras, os cidadãos sofrem com a insegurança. Sob essa ótica, percebe-se, então, como desafios a violência policial e a ineficiência governamental, que por sua vez, agravam esse problema.

Em primeira análise, é importante discutir sobre as operações violentas da polícia Federal. Sobre isso, segundo o portal de notícias “g1” o STF ( Supremo Tribunal Federal), suspendeu as ações em comunidades, permitindo as apenas em situações extremas. Além disso, a decisão tomada pelo ministro Edson Fachin, em 2020, deu-se após as manifestações em virtude da morte de João Pedro, baleado na cabeça por agentes policiais. Sem dúvida, é evidente que a insegurança nas favelas é motivada pela violência policial, ao passo que tomam atitudes irresponsáveis sem pensar nas vítimas.

Outrossim, é a ineficiência governamental que, mesmo sendo guiado pela lei maior, não garante esse direito. Para entender tal apontamento, o filósofo Aristóteles, dizia que o governo é responsável por garantir o bem-estar das pessoas em uma sociedade. Nesse aspecto, a falta de ações do poder público torna-se um desafio, uma vez que não garante as assistências às favelas brasileiras. Consequentemente, isso estimula a insegurança da população, tornando-as vítimas do sistema. Logo, é inegável a configuração desse empecilho.

Portanto, torna-se imprescindível, combater a raiz desses desafios. Para isso, o Poder Público, deve criar um projeto de segurança permanente, que priorize a vida e puna os responsáveis pela insegurança nas favelas, como os agentes policiais que agem de forma irresponsável. Do mesmo modo, poderá ser feito através do Ministério da Justiça e Segurança Pública, que atuará como ponte entre o Governo e as comunidades periféricas. Isso terá como finalidade, promover garantir a segurança pública, prevista na Constituição Federal de 1988.
Competência 1

Demonstrar domínio da norma da língua escrita.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 2

Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 3

Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 4

Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

Competência 5

Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.

Sua nota nessa competência foi: Redação ainda não pontuada

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Olá se puderem me ajudar na correção ficaria agradecido,
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A humanidade no decorrer da história tem lu[…]

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